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500 médicos alertam Boris Johnson: ‘Estão exagerando riscos da Covid’



Dados oficiais “exageram o risco da Covid-19” e falar de uma segunda onda é “enganoso”, disseram cerca de 500 acadêmicos em carta aberta enviada ao primeiro-ministro da Inglaterra, Boris Johnson, contra o novo lockdown.

Para os médicos e cientistas, a resposta do governo à pandemia do vírus chinês tornou-se “desproporcional”. A carta diz que a forma como o governo lida com a pandemia pode “causar mais danos do que benefícios”.

Além disso, “é normal ver um aumento de doenças e mortes durante os meses de inverno”, disseram. “É notável que a taxa de mortalidade no Reino Unido esteja atualmente em torno da média para esta época do ano. O uso do termo ‘segunda onda’ é, portanto, enganoso”, afirma a carta.

Os legisladores foram exortados pelos acadêmicos a lembrarem que a pandemia, como todas as pandemias, irá passar, “mas os danos sociais e psicológicos que está causando podem se tornar permanentes”.

A carta aberta foi organizada pela campanha UsForThem and Recovery, um novo grupo que se opõe às restrições radicais devido ao coronavírus.

A carta aberta foi assinada por 469 acadêmicos e é intitulada First Do No Harm – o princípio médico de que a cura nunca deve ser pior que a própria doença.

O primeiro-ministro britânico colocou a Inglaterra sob um novo lockdown do dia 5 de novembro e até 2 de dezembro. No entanto, o premiê já falava em prorrogar o período mesmo antes de a medida entrar em vigor.

Conforme noticiou o Terça Livre, os ingleses protestaram contra a medida no dia 6 de novembro. Muitos deles acabaram presos pela força policial.

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