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A morte e ressurreição do rock

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O Terça Livre conversou nesta terça-feira (10/3), com o roqueiro de carreira solo, Eliyahu Cad, sobre o cenário do rock and roll no Brasil.

O músico falou sobre as transformações que esta vertente da cultura popular sofreu ao longo das últimas décadas, as influências que o conduziram pelo caminho da arte.

Eliyahu também abordou o efeito da ideologia esquerdista sobre a juventude que, de pautar o imaginário terminou por encerrar a liberdade de expressão.

Confira a entrevista completa

Conheça um pouco do trabalho de Eliyahu

Sobre o Colunista

Ricardo Roveran

Ricardo Roveran

Estudante de artes, filosofia e ciências. Jornalista, crítico de arte e escritor. Escrevo por amor e nas horas vagas salvo o mundo.

Twitter: @RicardoRoveran

6 Comentários

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  • Desculpem falar, mas o Rock está na UTI e em coma. Agradeçam aos roqueiros/empresários que abraçaram a causa socialistas e nos trouxeram democraticamente estilos ricos em “harmonias e melodias” como o Sertanejo Universitário e o Funk!

  • Falar de harmonia e sinfonia no funk e sertanejo universitário??? O cara deve tá com a cabeça cheia de bosta pra falar isso . O bom é velho rock and roll jamais vai morrer

  • Com o advento da Internet e outras mídias (mp3, por exemplo) qualquer um divulga seus “trabalhos” e pirateia os de outrem. À epoca dos discos vinil foi ótima para divulgar e perpetuar as imagens dos artistas, se bem que os Músicos sempre sobreviveram pelas apresentações ao vivo. As gravadoras, pelo menos as grandes, dispunham de orquestras, havia diversidade de timbres; sempre existiram músicas horríveis, mas parece que a proporção de “lixo cultural” aumentou no mesmo nível que o avanço tecnólogo. Em se tratando de Rock, um gênero que, segundo algumas fontes, começou em 1951, quando Alan Freed batizou um estilo que era a mistura de Blues, Rhythm and Blues, Country Music e Boogie Woogie, dá para entender o quanto ficou defasado ao longo de quase setenta anos. Seria falta de criatividade? Também, já que os recursos, praticamente, esgotaram-se nos Anos Setenta, por outro lado, as emissoras de radio e TV não apostam mais no Rock, um gênero que, outora, fora atraente, embora com menos recursos, com poucos ou nenhum efeito de distorções de guitarras, quando era dançante, mais popular, portanto. Posso estar errado em algum ponto, até porque ouço mais Música Erudita, MPB e Jazz (Rock, somente os “classicos”), porém, em minha opinião, estilos sonoros enfadonhos como o Rap, um discurso ritmico, só para citar este, tomaram espaço na Mídia. Talvez o Rock deva resgatar a simplicidade, tanto nas letras, quanto na sonoridade e, também, apostar em bons cantores! Que seja assim, ou já era!

  • Rock and roll jamais morrerá, pais roqueiros repassam a seus filhos essa cultura, assim fiz com os meus. Podem apreciar outros ritmos, o modismo, mas o rock vem 1º lugar, isso é fato.

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