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Cleia Viana/Câmara dos Deputados

A tendência dos globalistas está no retrocesso produtivo, afirma dep. Luiz Philippe de Orléans e Bragança



O deputado federal Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PSL) concedeu uma entrevista ao programa Boletim da Noite nesta quarta-feira (5), no canal Terça Livre, para uma conversa com o jornalista Allan dos Santos, falando sobre a implantação da renda básica no país e sobre sua possível candidatura ao governo do estado de São Paulo.

Ao iniciar a entrevista, o correspondente internacional do Terça Livre, Allan dos Santos, pontuou que desde 2020 havia rumores de que a agenda globalista poderia intervir em diversos países, aproveitando-se da pandemia da Covid-19, para diminuir o poder e a força do Estado-nação por meio de uma interferência internacional.

Nesse contexto, o jornalista questionou o deputado federal sobre a existência de um possível lobby da Organização das Nações Unidas (ONU) para a criação de uma renda básica no Brasil.

“Eu acho que efetivamente não se torna visível esse ‘lobby’, mas que de fato já se vê uma amplitude de aceitação por todos os partidos e deputados, isso existe. Essa conscientização surge do firmamento da mídia em combinação com líderes partidários, opiniões de juristas, até economistas vêm para trair um certo bom senso da integridade nacional”, disse Luiz Philippe de Orléans e Bragança.

Há na Câmara dos Deputados a tramitação do Projeto de Lei (PL) 698/20, que visa à criação de um Programa de Renda Básica Emergencial, para famílias em condição de vulnerabilidade social durante situações de calamidade pública ou de emergência, que evidencia o ativismo em prol de auxílios governamentais.

O PL é de autoria da liderança do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) na Câmara, partido que segue diversas agendas internacionais revolucionárias.

De acordo com o deputado Luiz Philippe, os defensores da Renda Básica criam um cenário no qual qualquer parlamentar que queira votar contra a proposta possa cometer um “suicídio” politico.

“Somente uma minoria entende os impactos negativos que isso pode gerar, o precedente que isso abre para futuros controles, futura subversão de todo o sistema democrático”, explicou o deputado.

Ao ser questionado sobre o perigo de um projeto de renda básica, o deputado federal evidenciou que um dos principais motivos é que o auxílio, com o tempo, pode se tornar permanente, até que se cria uma espécie de salário-mínimo, o que leva a tributação e a criação de mais impostos.

“Nós sabemos qual é o impacto disso do outro lado: para justificar a renda básica, teremos que tributar os que produzem (…) Eventualmente, por estar tributando mais esses que produzem e trabalham mais, eles acabam produzindo menos”, disse.

“Se nós olharmos o movimento globalista, ele tem duas tendências: a tendência majoritária dos globalistas está na casa do retrocesso produtivo, eles querem parar o mundo, querem retroceder, o mundo tem que parar de produzir, consumir, enfim, parar de ser um ser humano expansivo”, completou.

Sobre a eleição em 2022 para o governo de São Paulo, o parlamentar declarou que o cenário onde se tem diversas opções, como Abraham Weintraub e Tarcísio Gomes de Freitas, é favorável, pois demonstra o aumento da presença da direita na disputa eleitoral e declarou que pode se colocar como um possível candidato de seu partido, mas que só poderá afirmar a participação no ano que vem.

ASSISTA À ENTREVISTA COMPLETA:

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