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Amazon proíbe livros que enquadrem ‘transgêneros’ como ‘doença mental’



A empresa de tecnologia Amazon publicou na última quinta-feira (11) a sua nova Política de Privacidade. No novo texto, a Big Tech proíbe livros que enquadrem “transgêneros” como “doença mental”.

“Como livreiros, oferecemos aos nossos clientes acesso a uma variedade de pontos de vista, incluindo livros que alguns clientes podem considerar questionáveis”, escreveu Brian Huseman, vice-presidente de políticas públicas da Amazon.

“A Amazon trabalha muito para garantir que os clientes tenham uma ótima experiência de compra e acesso ao mais amplo e diversificado setor de palavra escrita e falada no varejo hoje”, acrescentou Huseman.

“Dito isso, nos reservamos o direito de não vender determinados conteúdos. Todos os varejistas tomam decisões sobre a seleção que desejam oferecer, assim como nós”, informou  o vice-presidente da Amazon.

“Quanto à sua pergunta específica sobre [o livro] Quando Harry se tornou Sally, optamos por não vender livros que enquadrem a identidade LGBTQ + como uma doença mental”, Huseman continuou, referindo-se ao livro de Anderson.

Anderson descobriu que a Amazon retirou seu livro de sua loja online no mês passado. Durante semanas, a Amazon se recusou a explicar a Anderson como seu livro violou suas políticas, a não ser por fazer uma vaga referência às políticas atualizadas contra “discurso de ódio”.

Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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