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Amazonas terá restrições de 24 horas a partir de segunda

As pessoas só poderão sair de casa para atividades essenciais/Diego Peres-Secom


O Governo do Amazonas vai impor, a partir desta segunda-feira (25), medidas ainda mais rígidas em todo o estado devido à pandemia do vírus chinês.  Segundo o governador Wilson Lima, as restrições passarão a ser de 24 horas.

As pessoas só poderão sair de casa para atividades essenciais, como idas ao supermercado e receber atendimento médico. As medidas serão válidas por 7 dias.

Para Lima, isso não significa cercear o direito de ir e vir. “O cidadão pode sim sair da sua casa, mas ele só pode sair se houver extrema necessidade. Ele pode sair para ir ao supermercado, pode sair para ir à farmácia, em um caso de urgência e de emergência, pode sair, não há problema em relação a isso. Mas ele só pode sair se houver essas condições”, afirmou.

As medidas foram tomadas depois que o Ministério Público Federal emitiu uma recomendação para que os gestores promovessem “isolamento sanitário mais severo, se necessário com aumento do toque de recolher”.

Novas medidas

Poderão funcionar durante o período de restrição de circulação apenas supermercados varejistas e atacadistas de pequeno, médio e grande porte e padarias (das 6h às 19h), drogarias e farmácias (24 horas), mercados e feiras (das 4h às 8h) e serviços essenciais das áreas da saúde e segurança.

Será permitida a circulação para aquisição de produtos essenciais à vida limitada a uma pessoa por núcleo familiar. Os serviços de delivery só serão permitidos das 6h às 22h para serviços essenciais, como venda de alimentação, aqui incluídos restaurantes. Não serão permitidos serviços delivery ou drive-thru de comércio e serviços não essenciais.

Postos de combustíveis também poderão funcionar sem a abertura das lojas de conveniência.

As indústrias funcionarão em turno de 12 horas, com exceção daquelas que produzem alimentos e produtos farmacêuticos e hospitalares. Também só será permitido o transporte de cargas de produtos considerados essenciais, como alimentação, combustíveis e da área da saúde e segurança.

Restrição à venda de produtos

Foi definido, ainda, que só será permitida a venda de produtos de higiene, limpeza e alimentação nos supermercados, padarias e feiras, e de medicamentos, produtos farmacêuticos e de higiene nas drogarias e farmácias, sendo vedada a comercialização de qualquer outro tipo de produto, como forma de reduzir a circulação de pessoas nestes espaços.

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