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‘Apenas um em 17 bilhões de chances da hidroxicloroquina não funcionar’, diz médico



Em entrevista ao jornal Sky News, o médico e professor Peter McCullough explicou que as chances da hidroxicloroquina não ter efeito nos sistemas de defesa de pessoas infectadas com o coronavírus são de uma em 17 bilhões.

“As chances de que não funcione são calculadas em uma em 17 bilhões”, disse o médico.

“Não há controvérsia sobre se a hidroxicloroquina funciona ou não. A controvérsia é sobre a abordagem de saúde pública para Covid-19″, completou.

O Dr. McCullough é cardiologista consultor e vice-chefe de medicina do Baylor University Medical Center em Dallas, Texas.

Além disso, ele é o professor principal da faculdade de medicina interna do Texas A & M University Health Sciences Center. Peter McCullough é uma autoridade internacionalmente reconhecida no papel da doença renal crônica como um estado de risco cardiovascular com cerca de 1000 publicações e 500 citações na National Library of Medicine.

Dr. Peter explicou que o vírus causador da Covid-19 invade as células do organismo e que o tratamento precoce pode agir no interior dessas células reduzindo a carga viral.

“O vírus invade o interior das células, então temos que usar drogas que vão para dentro da célula e trabalham para reduzir a replicação viral, e as drogas que atuam dentro dessas células e realmente reduzem a replicação viral são hidroxicloroquina, ivermectina, doxiciclina e azitromicina”, afirmou.

Em novembro deste ano, o médico esteve em uma audiência do Comitê de Segurança Interna do Senado. Segundo o portal The Desert Review, “a reunião forneceu uma visão essencial sobre como os Estados Unidos falharam miseravelmente no tratamento médico da Covid-19, especialmente com pacientes de alto risco.”

Em seu depoimento na sessão, McCullough descreveu os “quatro pilares da resposta à pandemia”, incluindo “Controle de contágio”, “Tratamento domiciliar precoce”, “Hospitalização” e “Vacinação”.

Na entrevista publicada pelo Sky News, em novembro, o médico avaliou que a procura “faminta por uma vacina para seguir em frente” é reflexo da falta de planejamento da saúde pública em relação ao tratamento precoce de infectados.

“Não houve literalmente nada fora de uma abordagem de saúde pública para apenas usar máscaras, ficar em casa, abrigar-se e esperar por uma vacina”, declarou.

“Eles literalmente são orientados a ficar em casa até que adoeçam o suficiente para ir ao hospital. Eu acho que honestamente é horrível. A história vai olhar para trás e pensar que foi a pior maneira de lidar com uma doença potencialmente fatal”, completou Peter McCullough.

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Bruna Lima

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