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Após críticas, Vaticano recua de exigência de vacinação para funcionários

Vacinação no Vaticano


Após ameaçar demitir funcionários os funcionários que se recusassem a receber a vacina contra o vírus chinês, o Vaticano voltou atrás e anunciou medidas mais “brandas” em relação aos trabalhadores.

O cardeal Giuseppe Bertello, chefe da comissão que governa o Estado da Cidade do Vaticano, disse que receber a vacina era uma “escolha responsável” e que aqueles que se recusarem a fazê-lo poderiam correr o risco de serem demitidos.

Depois das notícias sobre o decreto nesta quinta-feira (18), muitos italianos recorreram ao Twitter para criticá-lo, alguns dizendo que era contrário ao pedido geral de “misericórdia” do Papa Francisco.

Mais tarde, o escritório de Bertello divulgou um comunicado dizendo que seriam encontradas “soluções alternativas” para quem não quiser tomar a vacina.

Afirmou que a referência ao artigo da lei de 2011 que mencionava especificamente a possibilidade de despedimento não deve ser vista como “sancionatória ou punitiva” e que a “liberdade de escolha individual” seria respeitada.

O Vaticano tentou esclarecer o decreto, dizendo que aqueles que não puderem ser vacinados por razões de saúde podem receber outro cargo, presumivelmente onde teriam contato com menos pessoas, mantendo o mesmo salário, mesmo que a nova função seja um “rebaixamento”.

O Papa Francisco é um grande defensor das vacinas e o Vaticano tornou a vacinação COVID-19 obrigatória para jornalistas que acompanharão o papa em sua viagem ao Iraque no próximo mês.

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