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Após impor novas leis eleitorais em Hong Kong, China não aceita críticas do G7



Após o Partido Comunista da China (PCCh) impor novas mudanças nas leis eleitorais de Hong Kong, os ministros das relações exteriores do grupo G7 criticaram a medida autoritária do país comunista. Nesta segunda-feira (15), o PCCh apontou o posicionamento do G7 como difamatório e se referiu à alteração como uma “melhoria” para a população de Hong Kong.

A nota do G7 (grupo formado por  Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos) critica a decisão das autoridades chinesas de “erodir os elementos democráticos do sistema eleitoral em Hong Kong”, apontou a nota.

Em uma falha tentativa de se justificar, o país comunista alegou que a imposição de alterar as leis de Hong Kong é uma “melhoria no sistema eleitoral”.

“Recentemente, um grupo de países difamou cruelmente a adoção pelo Congresso Nacional do Povo de uma decisão sobre a melhoria do sistema eleitoral da Região Administrativa Especial de Hong Kong”, afirmou Zhao Lijian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.

As reformas eleitorais impostas em Hong Kong reduzirão ainda mais a representação democrática e ainda introduzirão um mecanismo para fiscalizar a lealdade dos políticos ao regime comunista da China.

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