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Ata do Copom aponta para risco inflacionário

© Marcello Casal JrAgência Brasil


A ata do Comitê de Política Monetária (Copom) exibe preocupação com o cenário externo em função das atividades econômicas dos países desenvolvidos apresentarem alta taxa de ociosidade e, por consequência ainda precisarem de estímulos fiscais e monetários.

No caso do Brasil, houve recuperação acentuada da atividade econômica e os indicadores recentes mantêm-se nesta direção. As projeções de crescimento da economia foram todas revisadas para cima e os riscos eventuais de uma não recuperação econômica praticamente descartados.

A síntese negativa está em um possível cenário de prolongamento ou manutenção das políticas fiscais em função da necessidade de respostas à crise sanitária. A inflação acumulada dos últimos 12 meses está em 8,06%, bem acima do centro da meta. Esse risco tende à elevação da taxa de juros, que impactam diretamente na dívida pública.

A expectativa do Copom é a de que, com ampliação da vacinação, a atividade econômica ganhe curso e consistência, o mercado de trabalho formal se recupere, contudo, lembrando sempre, do imprescindível avanço no campo legislativo com as reformas e privatizações.

Sobre o Colunista

Carlos Dias

Analista político. Especialista em Política e Estratégia pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra. Escritor, Jornalista e Filósofo independente. Membro Honorário da Academia Brasileira de Filosofia. Membro do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos - CEBRES.

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