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Biden assina memorando ‘contra racismo e xenofobia’



O novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou na última terça-feira (26) um memorando que visa, segundo ele, a condenar e combater o racismo, a xenofobia e a intolerância contra americanos de origem asiática e das ilhas do Pacífico no país.

“Promover a inclusão e o pertencimento para pessoas de todas as raças, origens nacionais e etnias é fundamental para garantir a segurança e a proteção do povo americano”, diz trecho do documento.

Sem citar Trump, o democrata argumenta que durante a crise causada pelo coronavírus “a retórica inflamatória e xenofóbica colocou em risco pessoas, famílias, comunidades e empresas asiáticas-americanas e das ilhas do Pacífico (AAPI)”.

O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, e sua equipe reconheceram a responsabilidade da China sobre a crise mundial de saúde e econômica causada pela Covid-19.

Segundo informações, o vírus teria surgido na cidade de Wuhan, na China, e provavelmente o país comunista adiou a divulgação da doença para a Organização Mundial de Saúde (OMS) e outros países, comunicando a sua existência somente em dezembro de 2019.

Um estudo brasileiro identificou a presença do vírus chinês no estado do Espírito Santo desde pelo menos novembro de 2019, antes da divulgação do PCCh, conforme noticiou o Terça Livre.

Logo após a divulgação do memorando de Joe Biden, o ex-secretário e Estado do governo de Donald Trump, Mike Pompeo, pediu para que o democrata não deixe de reconhecer a responsabilidade da China.

“Tudo começou em Wuhan. É, na verdade, um vírus que veio daquele lugar. Sabemos que o Partido Comunista Chinês encobriu isso. Sabemos que desapareceram médicos e jornalistas que queriam escrever sobre isso e foram informados de que não podiam”, disse Pompeo.

“O povo americano precisa conhecê-los porque eles são importantes”, completou o ex-secretário de Estado durante uma entrevista na Fox News Primetime.

Apesar de parecer obvio reconhecer o país de origem do vírus, Biden decidiu seguir uma política diferente ao proteger, de maneira “oculta”, os possíveis responsáveis pela “pandemia” da Covid-19.

Em dezembro de 2020, a China sugeriu, sem provas, que a carne brasileira teria causado um novo surto de coronavírus no país. (Relembre)

 

Leia o memorando na íntegra.

LEIA TAMBÉM: Estudo detecta presença do coronavírus no Brasil desde novembro de 2019.

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