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Caio Coppolla é perseguido pela esquerda



Em um vídeo publicado em suas redes sociais nesta quinta-feira (25), o jornalista e comentarista político Caio Coppolla evidenciou a perseguição que tem sofrido pelos militantes de esquerda no Brasil.

Uma das jornalistas favoritas do ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva, Mônica Bergamo, em uma coluna publicada no jornal Folha de São Paulo, defendeu veladamente as ações autoritárias do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e acusou Coppolla de atacar o magistrado através de um abaixo-assinado.

Com o título “Juristas e advogados defendem Alexandre de Moraes contra ‘ataques’ de Caio Coppola, da CNN“, Bergamo conseguiu criar um cenário no qual Moraes é a vítima dos cidadãos que defendem a liberdade de expressão no país e se posicionam contra os inquéritos 4781 e 4828, que apuram a “disseminação de fake news” e  a suposta organização de “atos antidemocráticos”.

“Eu tenho fundadas razões para acreditar que estou prestes a ser censurado pelo STF, investigado pela Polícia Federal e até preso arbitrariamente”, disse Coppolla em seu vídeo.

Conforme o Terça Livre noticiou, o jornalista lançou o abaixo-assinado no dia 15 de março e no mesmo dia ultrapassou o número de 1 milhão de assinaturas.

O documento pede ao Senado Federal que o impeachment do ministro Alexandre de Moraes seja pautado no plenário, pelo presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco.

Até a finalização desta matéria o abaixo-assinado já somava mais de 2 milhões e 649 mil assinaturas.

“A Folha de São Paulo preferiu servir de assessoria de imprensa de advogados milionários e juristas militantes que são bajuladores do Supremo Tribunal Federal, onde seus clientes mais poderosos são julgados. E para fazer o serviço sujo esses profissionais do direito utilizaram os caros serviços da colunista Mônica Bergamo”, denunciou Coppolla.

Em seu vídeo, o jornalista ainda explicou o trabalho, junto a corruptos milionários e à esquerda, das associações descritas na coluna de Bergamo. Os defensores oficiais de Alexandre de Moraes são a Associação Brasileira de Juristas Pela Democracia (ABJD), o Grupo Prerrogativas e o Sindicato de Advogados De São Paulo (SASP).

Caio Coppolla desmentiu ainda a fake news do texto publicado pela Folha, que imputou a ele diversos “crimes”.

O jornalista, no entanto, é apenas um cidadão disposto a enfrentar os ataques inconstitucionais à democracia e à liberdade dos brasileiros.

ABAIXO-ASSINADO.

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