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Chefe da maior milícia do RJ morre em operação da Polícia Civil



Um dos criminosos mais procurados do país, Wellington da Silva Braga — popularmente conhecido como Ecko — foi morto nesse sábado (12) durante operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Ele era líder da maior milícia em atividade no Rio, o “Bonde do Ecko”.

A investigação que resultou na prisão e morte do miliciano levou seis meses.  A recompensa por informações que levassem ao bandido era de R$ 10 mil.

Wellington e seus comparsas estavam sendo monitorados por meio de interceptações telefônicas autorizadas pela justiça.

Foi através dessas escutas que a polícia conseguiu chegar até a casa onde ele estava com a mulher e os três filhos.

A corporação descobriu que Ecko iria até à comunidade Três Pontes, em Paciência, para visitar a mulher no Dia dos Namorados.

Por volta das 4h, o local foi cercado por agentes e o criminoso tentou reagir à voz prisão, chegando a tentar sacar a arma dos policiais. Ecko acabou sendo baleado.

Wellington foi socorrido de helicóptero até o hospital Miguel Couto, onde já chegou morto.

Em protesto pela morte do miliciano, moradores da comunidade Três Pontes atearam fogo em pneus.

A milícia também teria dado ordens para fechar todo o comércio da região.

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Católica, produtora, doutora em artes da cena, professora e aikidoista.

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