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Marcelo Camargo/Agência Brasil

China constrói centros de quarentena permanente para quem chega do exterior



 

A China pretende construir centros de quarentena permanentes para viajantes vindos do exterior. Autoridades de saúde da ditadura comunista instruíram as prefeituras a deixarem de usar hotéis para realização do isolamento de estrangeiros, que deverão ser encaminhados às novas instalações.

O oficial da Comissão Nacional de Saúde, Cui Gang, comunicou aos governos municipais que deverão estar disponíveis 20 salas de quarentena para cada 10.000 pessoas até o final de outubro. Para cidades portuárias a exigência é maior, sendo necessário a construção de instalações de grande escala, que servirão também como postos de saúde ​​para atendimento regular ou até para casos emergenciais.

“A quarentena centralizada de viajantes que chegam desempenha um papel fundamental na prevenção da disseminação do Covid-19 para a China. A implementação de medidas de quarentena sempre foi uma tarefa de prevenção de epidemias de extrema prioridade ”, disse Cui em uma entrevista coletiva, na última quarta-feira (29).

Em breve, a cidade de Guangzhou, por exemplo, receberá uma instalação com mais de 5.000 quartos e, por abrigar pouco mais de 18 milhões de habitantes, precisará de cerca de 37.350 salas de quarentena para atender aos novos requisitos.

As instalações Guangzhou International Health Station oferecerão diversos serviços, como check-in digital, atualizações de saúde e temperatura, além de drones e robôs entregando refeições e desinfetando os quartos. Ademais, os quartos têm sistemas próprios de ar-condicionado, ventilação e esgoto para evitar infecções cruzadas e as instalações incluem 2.000 leitos para que a equipe de trabalho possa morar no local, de acordo com informações locais.

O jornalista Max Cardoso, apresentador do Boletim da Manhã, apontou para o absurdo da movimentação chinesa, lembrando que isso não será notícia na mídia e nem causará espanto nas pessoas, já anestesiadas pelas arbitrariedades trazidas pelas supostas medidas sanitárias.

“Senhores, isso daí é o começo de um campo de concentração. Eu não consigo enxergar de outra forma. […] É assustador o que está acontecendo, como foi rápida a mudança no mundo; porque há dois anos atrás essa notícia seria um absurdo, qualquer um veria o absurdo que é isso. Agora, as pessoas estão tão anestesiadas com todas as arbitrariedades no Brasil e no mundo, que isso é uma notícia normal. Garanto a vocês, não vai ser notícia na mídia”, frisou.

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Sobre o Colunista

Italo Toni Bianchi

Ítalo Toni Bianchi, membro do Movimento Conservador, bacharel em teologia pelo Seminário Teológico Batista Nacional Enéas Tognini. Músico percussionista, leitor, preletor e jornalista do portal Terça Livre.

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