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China vai explorar Acordo Climático de Paris para enfraquecer os EUA



O professor e ex-presidente de Engenharia Mecânica da Universidade Católica da América, Sen Nieh, alertou nesta quinta-feira (25) que o Partido Comunista da China (PCCh) irá explorar o Acordo Climático de Paris para enfraquecer a nação americana. O presidente Democrata, Joe Biden, anunciou na semana passada que os EUA estão se reintegrando oficialmente ao Acordo Climático de Paris.

Segundo o acordo de Paris, os países desenvolvidos, como os EUA, fornecerão aos países em desenvolvimento, como supostamente a China, cerca de US$ 100 bilhões em ajuda a cada ano. A medida pretende ajudar países emergentes a desenvolver e melhorar sua estrutura de energia, além de fornecer desenvolvimento e transferência de tecnologia até 2025.

A China comunista ganhará em quatro frentes por meio do Acordo de Paris, apontou Sen Nieh. O professor também disse que, para o PCCh, assinar o acordo de Paris é como “matar quatro coelhos com uma cajadada só”.

O acordo permite que o PCCh obtenha assistência financeira; aumentar suas emissões de carbono por até dez anos; estabelecer uma imagem amiga do ambiente de “país líder” no mundo; e derrotar os Estados Unidos.

Em setembro de 2020, o ditador chinês Xi Jinping anunciou que “a China aumentará suas contribuições nacionalmente determinadas e se esforçará para atingir o pico das emissões de dióxido de carbono até 2030 e alcançar a neutralidade de carbono até 2060.”

Ou seja, “o PCCh atingirá o pico de emissão de carbono em 2030, antes de reduzir as emissões. Essa lógica é como uma afirmação feita por um ladrão: ‘Depois de continuar a roubar por mais dez anos, vou reduzir o roubo ano a ano até 2060”, alertou Nieh. Reconhecendo também que, “na verdade, a promessa do PCCh não vale nada”, acrescentou.

Em 2017, o ex-presidente Donald Trump anunciou pela primeira vez a sua intenção de se retirar do Acordo de Paris. Trump alertou que o acordo “coloca os Estados Unidos em desvantagem com relação a outros países” e que também favorece consideravelmente a China comunista. Os EUA anunciaram oficialmente sua retirada do acordo com o governo Trump em 2019, mas voltou com Biden na última sexta-feira (19).

Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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