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CNJ determina uso obrigatório de ‘flexão de gênero’ no Poder Judiciário nacional



Após ser pego em flagrante seguindo a militante de esquerda e agora ex-BBB Karol Conká e a funkeira Valesca Popozuda, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem o seu mais novo feito em prol às pautas progressistas: determinou a obrigatoriedade do uso de “flexão de gênero” no Poder Judiciário nacional.

De acordo com as informações da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) o CNJ aprovou na terça-feira (23/2), uma resolução que dispõe sobre o emprego obrigatório da “flexão de gênero para nomear profissão ou demais designações na comunicação social e institucional do Poder Judiciário nacional, para todas e todos integrantes, incluindo desembargadoras e desembargadores, juízas e juízes, servidoras e servidores, assessoras e assessores, terceirizadas e terceirizados, estagiárias e estagiários”.

Ainda de acordo com as informações, para a juíza Daniela Lustoza, integrante da Comissão Permanente Anamatra Mulheres, “o normativo do CNJ reflete a possibilidade de um Poder Judiciário sintonizado aos melhores propósitos de equidade, defendidos no panorama mundial, contribuindo para a tomada de consciência necessária à crença de que existe uma história das mulheres, invisibilizada pelo sistema político do patriarcado”, avaliou.

Seguidor de Karol Conká e Valesca Popozuda

A juíza Ludmila Lins Grilo, que atua em Unaí (MG), expôs ontem (25/2) nas redes sociais fatos um tanto quanto curiosos sobre o perfil do CNJ no Twitter, sem mencionar diretamente o Conselho.

O CNJ seguia a militante Karol Conká e também a funkeira Valesca Popozuda. Muitos internautas questionaram o follow e repercutiram os prints (veja abaixo) compartilhados por Ludmila. Após a notoriedade, a juíza informou que o perfil deixou de seguir as duas personalidades aclamadas pelos militantes de esquerda.

“De ontem pra hoje, após eu ter publicado uns prints, um mesmo perfil deixou de seguir Valesca Popozuda e Karol Conká…fico feliz por contribuir para a depuração. De nada.”, publicou a juíza.

Sobre o Colunista

Bruna de Pieri

Bruna de Pieri

Esposa, jornalista, tupãense e católica. 23 anos.

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