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Com ajuda do Exército, CEAGESP distribuiu alimentos em Araraquara



A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), com o auxílio do Exército Brasileiro, distribuiu mais de 200 toneladas de alimentos na cidade de Araraquara, em São Paulo, nesta quinta-feira (29).

Após as medidas restritivas impostas pelo prefeito petista Edinho Silva, a fome se alastrou pelo município. A ação social foi feita em parceria com comerciantes e os alimentos foram transportados com apoio do Exército e da PM, ainda durante a madrugada.

Segundo informações dos representantes da iniciativa, cerca de 20 mil pessoas receberam alimentos. Somente durante a madrugada houve uma fila com aproximadamente 2 mil pessoas, para o recebimento dos alimentos (frutas, verduras, legumes e cestas básicas) destinado às famílias de baixa renda.

A Prefeitura local, sob o comando de Edinho Silva (PT), diz não ter feito nenhuma solicitação nesse sentido. Segundo o chefe do Executivo, a ação é elogiável, porém considera que a fome deve ser combatida diariamente pelo poder público com ações e programas sociais. 

Para concretizar a ação, a Ceagesp informou que atendeu a um pedido feito por um grupo de empresários da cidade e da população.

O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais para divulgar a ação, que, segundo ele, leva alimentos para os “vitimados pela política do ‘fique em casa que a economia a gente vê depois’”.

Já o prefeito petista da cidade criticou a postagem do presidente Jair Bolsonaro e disse que “a fome se combate todos os dias, sem humilhar as pessoas”.

“‘Vamos cuidar da pandemia que a economia a gente vê depois’, e esse é o depois. Nós temos uma pandemia fora de controle e também fome. Esse é o ‘depois’ desse pessoal”, apontou o jornalista Italo Lorenzon, durante o Boletim da Manhã desta sexta-feira (30). “Estamos aqui falando há mais de um ano, porque você não pode priorizar uma coisa e esquecer da outra! Não existe isso. Guilherme Fiuza, um ano atrás, falou ‘olha, começaram com esse negócio demagógico de dizer “de um lado está a economia e do outro lado a vida”, mas é tudo vida, economia é vida!'”

E Italo Lorenzon acrescentou: “Quando falamos de economia, as pessoas pensam em notas de 100 chegando para os banqueiros, e não é nada disso. Economia é o que garante que chegará arroz e feijão no seu prato e no do seu filho, economia é o que garante a chegada de insumos médicos para você tratar o seu problema, inclusive o coronavírus. Isso tudo é economia e depende dela. Se você deixar simplesmente parar qualquer atividade econômica por muito tempo, a economia vai para o espaço, e com ela vão para o espaço a saúde, a segurança, vai tudo para o espaço, tudo!”.

“Graças a Deus nós temos algo como a Ceagesp, que socorreu Araraquara, uma vítima da irresponsabilidade desse governo petista, desse Edinho Silva do PT. Edinho Silva que fechou a sua cidade completamente, proibiu as pessoas até de irem ao supermercado, disse que os supermercados só poderiam trabalhar com delivery, e o serviço já estava com 4, 5 dias de atraso, se acabou o arroz e o feijão da pessoa nesse meio tempo, ela que passe fome, literalmente!”, finalizou o jornalista. “Hoje em dia, a defesa desse negócio de fechamento, isolamento, lockdown, não importa o termo que você queira usar, o efeito disso, o uso disso é 100% político. E chega nessa situação aí, da Ceagesp ter que fazer uma intervenção na cidade.”

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Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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