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Corte dos EUA rejeita ouvir alegações de fraude nas eleições, mas um juiz dá o recado

O juiz Clarence Thomas


A Suprema Corte americana decidiu, por 6 votos a 3, pela rejeição de levar adiante os casos de alegações de fraude na Pensilvânia durante as eleições presidenciais de 2020.

Os três juízes que foram contra a decisão consideraram que as alegações deveriam, sim, ser ouvidas.

Para o juiz Clarence Thomas, a votação em massa pelo correio que ocorreu na Pensilvânia pela primeira vez antes da eleição presidencial de 2020, combinada com regras eleitorais sendo reescritas no último minuto, tornou o processo eleitoral sujeito a fraude e desconfiança.

“Ao não fazer nada, nós alimentamos ainda mais a confusão e a erosão da confiança no voto. Nossos cidadãos merecem o melhor e esperam mais de nós”, disse o juiz Thomas.

Em 11 de janeiro, faltando apenas uma semana para o Dia da Posse, o tribunal negou os pedidos do presidente Donald Trump, republicanos e os apoiadores do ex-presidente para agilizar vários dos processos que diziam respeito às eleições presidenciais realizadas nos estados do campo de batalha do Arizona, Geórgia, Michigan, Pensilvânia e Wisconsin.

O tribunal, como é seu costume, não explicou por que rejeitou os pedidos de emergência que buscavam acelerar os processos judiciais.

O presidente Joe Biden tomou posse em 20 de janeiro, ao lado do vice-presidente Kamala Harris, depois que o Congresso votou em 7 de janeiro para rejeitar as objeções de senadores e representantes que contestavam os votos do Colégio Eleitoral de estados disputados vencidos por Biden por pouco.

Essa votação ocorreu depois que uma violação do Capitólio dos EUA por centenas de manifestantes atrasou o processo de certificação por horas.

Algumas das ações questionaram os resultados das eleições com base em alterações supostamente inconstitucionais feitas nos procedimentos eleitorais estaduais.

O Artigo II da Constituição dos Estados Unidos declara que “Cada Estado nomeará [eleitores para presidente e vice-presidente] da maneira que seu Legislativo determinar”. Os litigantes apontam que o poder legislativo aqui é “plenário”, ou seja, não qualificado e absoluto. As informações são da Epoch Times.

Sobre o Colunista

Bruna de Pieri

Bruna de Pieri

Esposa, jornalista, tupãense e católica. 23 anos.

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