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Cuba: 612 “candidatos” para 612 vagas de deputados. E há quem chame, na grande mídia, de “eleição”



Cuba – que tem uma população bem menor que a brasileira – tem 612 deputados. No próximo domingo, os cargos serão renovados. Mas, detalhe: são 612 candidatos para 612 cadeiras. Esses deputados conduzirão o ditador Raul Castro ao comando da ilha.

Mas a “fake news” trata assim: “os próximos deputados eleitos de Cuba reconduzirão o presidente Raúl Castro ao cargo”. Ora, nesse caso não se tem eleição, muito menos presidente. O estamento cubano, com um parlamento maior que o nosso, estabelece um simulacro de processo eletivo dentro da visão comunista.

É uma ditadura. Sem contar que, mesmo com o número de candidatos igual ao de cargos, não há campanha, pesquisa ou oposição. Nas chamadas assembleias providenciais, também são 1.269 nomes para 1.269 cadeiras distribuídas em 15 assembleias. Chamar isso de eleição e denominar Raúl Castro como presidente é uma piada.

É uma farsa!

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Católica, produtora, doutora em artes da cena, professora e aikidoista.

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