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CUT zomba do sofrimento dos venezuelanos ao dizer que não há “crise humanitária”



A Central Única dos Trabalhadores (CUT), que é mais um braço das esquerdas dentro de uma intelectualidade orgânica, divulgou uma nota que é uma afronta ao sofrimento dos venezuelanos, que estão sendo praticamente obrigados a deixar o país para fugir da forme e das consequências nefastas do regime do ditador Nicolas Maduro.

Para a CUT, não se pode chamar os que fogem do regime socialista bolivariano de Maduro de “refugiados”. O que a CUT esquece é que a população venezuelana não está deixando o seu país por querer ou por turismo, mas sim em busca de sobrevivência. Isto caracteriza um refúgio.

A CUT diz reconhecer a crise política, econômica e social da Venezuela como causa do fluxo migratório, mas afirma que a mídia internacional e diversos governos tentam classificar como “crise humanitária”. Trata-se de uma crise humanitária diante do que acontece na Venezuela, onde não há respeito pelas liberdades individuais, a oposição é massacrada e o povo passa fome.

O que a Central finge não saber é que o próprio regime adotado por Hugo Chavez, sequenciado por Maduro, é que desestabilizou a Venezuela, como sempre acontece nos governos socialistas e comunistas. Mas, como no discurso proferido por toda a intelectualidade orgânica, a CUT classifica a crise como consequência promovidas por autoridades alinhadas com o “programa neoliberal e com os interesses imperialistas”.

E ainda tem a coragem de se dizer solidária ao povo venezuelano. Eis mais um braço das esquerdas brasileiras travestido de entidade que luta pelos trabalhadores…

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Católica, produtora, doutora em artes da cena, professora e aikidoista.

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