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Delegada diz que morte de Beto Freitas no Carrefour não foi racismo



Após o assassinato na última quinta-feira (19/11) de João Alberto Silveira Freitas, conhecido como “Beto”, em um Carrefour localizado na cidade Porto Alegre, a delegada Roberta Bertoldo, responsável pela investigação, afirmou nessa sexta-feira (20/11) que o crime não se trata de racismo.

O crime rapidamente ganhou notoriedade por acontecer às vésperas do “Dia da Consciência Negra” e pelo fato de Beto ser negro.

O inquérito, apresentado à 2ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Porto Alegre, ainda apura a motivação das agressões.

O vice-presidente Hamilton Mourão também se manifestou sobre o assunto, lamentando o fato ocorrido e dizendo que também não considera que o episódio tenha sido provocado por racismo.

Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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