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Tânia Rêgo/Agência Brasil

Denúncia relaciona vacina da Pfizer contra Covid-19 com tecido de fetos abortados



 

Na última quarta-feira (06), o Projeto Veritas divulgou um vídeo em que a ex-auditora de qualidade e manufatura da farmacêutica Pfizer, Melissa Strickler, menciona e-mails internos onde funcionários de alto escalão da empresa discutem sobre como diminuir as comunicações corporativas internas acerca do uso de células embrionárias no programa de vacina Covid-19 e evitar que a informação se torne de conhecimento público. A informação também foi publicada em Washington Times.

O vídeo, que já ultrapassou a marca de 1 milhão de visualizações, é uma entrevista concedida por Melissa ao presidente do Projeto Veritas, James O’Keefe. “Se eles estão sendo enganosos sobre isso, não me sinto confortável ficando em silêncio”, diz ela.

Instituto Charlotte Lozier, uma organização pró-vida, relatou em dezembro que tanto a Pfizer quanto a Moderna usaram células derivadas de fetos abortados em testes laboratoriais, embora não no desenvolvimento ou produção das vacinas Covid-19. O órgão chegou a publicar uma tabela no final de 2020 com a relação de algumas vacinas em processo de aprovação que se utilizaram da prática.

Melissa Strickler disse, no entanto, não ter certeza se o tecido fetal abortado chegou ao produto final da vacina contra Covid-19, alegando não confiar na veracidade das informações prestadas pela farmacêutica.

De acordo com Washington Times, em um e-mail de 4 de fevereiro postado pelo Projeto Veritas, Vanessa Gelman, diretora sênior da Pfizer para pesquisa, desenvolvimento e comunicações médicas em todo o mundo, disse que a empresa farmacêutica deveria evitar o assunto.

“Temos tentado ao máximo não mencionar as linhagens de células fetais”, dizia o e-mail.         

Fonte: Canal Telegram do Project Veritas.

O assunto foi abordado no Boletim da Noite dessa quinta-feira (07), onde o jornalista Allan dos Santos mencionou o fato de os componentes de fabricação de um imunizante não serem amplamente publicados para as pessoas que vão recebê-lo. A população conta com nada além de fé nas farmacêuticas acerca do que está sendo injetado em seus corpos.

“Tem essa e tantas outras denúncias feitas por essa testemunha, que trabalhava na Pfizer, veio a público, mostrou os e-mails, comprovou, o Project Veritas teve o cuidado de guardar qual seria todo o e-mail. […] As informações são graves, sobretudo a campanha de calar os funcionários e trazer sigilo a dados que não são secretos no sentido de ‘a Coca-Cola tem sua forma’, ou receita de biscoito… nós estamos falando de vacinas […] Por que não informam que tem as células HEK293T, derivadas de um feto abortado? Por que essa informação não tem de estar ali no controle de qualidade do produto, seja o que for? Isso só nos leva a ficar cada vez mais assustados com a força da indústria farmacêutica”, afirmou  .

Sobre o Colunista

Italo Toni Bianchi

Ítalo Toni Bianchi, membro do Movimento Conservador, bacharel em teologia pelo Seminário Teológico Batista Nacional Enéas Tognini. Músico percussionista, leitor, preletor e jornalista do portal Terça Livre.

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