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Depois da Argentina, agora Chile discute aprovação do aborto



Um projeto que prevê a “interrupção da gravidez” até a 14ª semana de gestação está sendo discutido em uma comissão da Câmara dos Deputados do Chile.

A segunda reunião da comissão aconteceu na última quarta-feira (20).

Camila Vallejo, ex-líder estudantil e deputada pelo Partido Comunista do Chile, que faz parte da Comissão de Mulheres e Equidade de Gênero, declarou durante a sessão que o Projeto de Lei não permitirá o “aborto livre, gratuito e seguro”, como foi aprovado na Argentina, mas retiraria somente a despenalização da prática.

Atualmente a prática do aborto é considerada crime no país, podendo ter penas de 3 a 5 anos de prisão.

No entanto, a partir de 2017, os legisladores do Chile aprovaram o aborto em três situações: “risco à vida da gestante, deficiência do feto e gravidez resultante de estupro”, segundo a CNN Brasil.

A liberação nesses casos abriu ainda mais espaço para outros projetos, como o discutido agora, que preveem uma liberação mais ampla para a interrupção da vida desses bebês.

No dia 29 de dezembro de 2020, os legisladores da Argentina aprovaram uma Lei que passou a permitir o assassinato de crianças até a 14ª semana de gestação, conforme o Terça Livre noticiou.

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