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Deputado republicano tenta impedir volta dos EUA para acordo de Paris e OMS



O deputado republicano Chip Roy apresentou na última quarta-feira (20) um projeto de lei que visa a “impedir o financiamento” dos cidadãos dos Estados Unidos ao Acordo Climático de Paris e à Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em 2017 o ex-presidente Donald Trump anunciou que retiraria os EUA do Acordo de Paris, e em 2020 anunciou a retirada do país da OMS.

Ao tomar posse como 46º presidente dos Estados Unidos, o democrata Joe Biden anunciou que reverteria as duas medidas do governo Trump.

O anúncio foi o que causou a reação do deputado Roy.

“A administração Biden está se movendo para reverter duas das grandes conquistas da administração Trump, reunindo unilateralmente dois organismos internacionais que prejudicam a saúde e a segurança de os Estados Unidos da América”, disse o republicano em um comunicado oficial no site da Câmara dos Representantes dos EUA.

“Em resposta, apresentarei legislação para impedir o financiamento do contribuinte de ambos os esforços.”

O deputado argumenta que a volta do país ao Acordo de Paris influenciaria no progresso energético americano e nos níveis de produção recordes dos EUA, o que implicaria diretamente na economia norte-americana, especialmente para “os americanos de baixa renda’. Já o apoio à OMS prejudicaria a liberdade dos “aliados, como Taiwan” e também atrapalharia os esforços para a responsabilização da OMS e do Partido Comunista da China (PCCh) “por sua falta de transparência e várias falhas relacionadas à pandemia Covid-19.””

“A administração Trump protegeu corretamente os interesses do povo americano ao remover os Estados Unidos da participação em ambos os órgãos. Vou lutar para garantir que nenhum dinheiro do contribuinte seja desperdiçado em voltar a eles”, completou Roy ao anunciar seu projeto de lei.

O deputado Chip Roy, eleito pelo estado do Texas, é um ex-promotor federal e principal conselheiro de muitas autoridades eleitas proeminentes de seu estado.

No Texas, Roy foi o primeiro procurador-geral assistente de Ken Paxton, juiz norte-americano que tem lutado contra as fraudes na eleição de 2020 e que decretou a prisão de Rachel Rodriguez, acusada de se infiltrar na coleta de votos antes da eleição de 2020 nos EUA, conforme o Terça Livre noticiou.

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