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Desde março, a Justiça de São Paulo soltou quase 6 mil presos por pretexto de pandemia

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A Justiça de São Paulo, entre março e outubro deste ano, soltou exatos 5.777 detentos, por pretexto da pandemia. A informação é conforme o relatório oficial do governo estadual, ao qual teve acesso o jornalista Pedro Campos, da Rádio Bandeirantes.

A decisão dessa quinta-feira (8/10) alegava que eles pertenciam ao “grupo de risco” da contaminação de covid.

Os juízes e desembargadores de São Paulo dizem basear suas decisões em recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Ao assumir a presidência do CNJ, o ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), aplicou um “freio de arrumação” na conduta que se estabeleceu de soltura de bandidos.

Fux excluiu da regra os condenados por organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção, crimes hediondos e violência doméstica.

“Para mim, é uma grata surpresa a ação do ministro Fux”, comentou Carlos Dias no Boletim da Noite. “Na minha opinião, há uma política sanitária para os presídios, então deve-se pedir aos técnicos para pensar numa solução – remanejamento, mudança de cela, mudança de penitenciária –, mas jamais o relaxamento de prisão, a possibilidade de sair de forma indistinta”, completou.

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Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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