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Documento chinês vazado aponta coronavírus como arma biológica cinco anos antes da pandemia

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A apresentadora do jornal australiano Sky News, Sharri Markson, neste domingo (9), anunciou detalhes “assustadores” de um documento produzido por cientistas militares chineses, no qual discutiram como o coronavírus poderia ser usado como arma biológica. O documento foi elaborado cinco anos antes da pandemia da Covid-19.

A jornalista Markson disse que o livro foi escrito por cientistas do Exército de Libertação do Povo e oficiais de saúde pública chineses em 2015.

Os documentos descrevem o vírus chinês como o prenúncio de uma “nova era de armas genéticas” e afirmam que poderia ser “manipulado artificialmente em uma doença humana emergente de um vírus, então transformados em armas e liberados de uma forma nunca vista antes.”

O artigo em chinês é chamado de “A origem não-natural da SARS e das novas espécies de vírus sintéticos como armas biológicas genéticas”. Um dos autores do documento é o ex-vice-diretor do Bureau de Prevenção de Epidemias da China, Lee Feng.

Uma parte do documento diz: “Por exemplo, a recém-descoberta capacidade de congelar e secar microrganismos tornou possível armazenar agentes biológicos e pulverizá-los durante os ataques.”

E continua dizendo: “Os ataques com armas biológicas são mais bem conduzidos durante o amanhecer, crepúsculo, noite ou tempo nublado, porque a luz solar intensa pode danificar os patógenos.”

Mas, em outro parágrafo, o documento diz: “Os principais impactos incluem uma enorme carga no sistema de saúde. Os ataques com armas biológicas têm um efeito muito mais prolongado do que os ataques convencionais, como a explosão. Também pode levar a doenças contagiosas que podem ser transmitidas por vários meios.”

“As armas biológicas não só causarão morbidez generalizada e mortes em massa, mas também induzirão uma pressão psicológica formidável que pode afetar a eficácia do combate”, completou o documento.

O documento continuou afirmando: “Assim como em outros desastres, as pessoas viverão com medo de ataques por um período considerável de tempo após um ataque, causando danos psicológicos breves ou duradouros entre alguns.”

“O documento também fala sobre o terror psicológico que as bioarmas podem causar, é assustador”, disse Markson. “Para ser clara, embora as agências de inteligência suspeitem, e estão investigando isso desde o início do ano passado, que a Covid-19 pode ser o resultado de um vazamento acidental de um laboratório de Wuhan, não há sugestão de que foi uma liberação intencional.”

“O significado deste artigo é que ele oferece uma visão rara de como os cientistas de uma das universidades militares mais proeminentes do Exército de Libertação do Povo, onde altos níveis de pesquisa de defesa foram conduzidos, estavam pensando sobre arma biológica”, apontou a jornalista.

Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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