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Foto: Brian Blanco/Getty Images

Donald Trump anuncia primeiro comício após deixar presidência



O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump anunciou nessa quinta-feira (17) que vai retomar os comícios de campanha eleitoral.

O primeiro encontro após deixar presidência ocorrerá na próxima semana em Ohio. A notícia foi dada pelo seu gabinete por meio de um comunicado oficial.

“A primeira de muitas aparições do presidente Trump em apoio a candidatos e causas que promovem a agenda do MAGA [Make America Great Again, slogan de Trump] e as realizações da administração do presidente Trump”, declarou o Comitê de Ação Política do Partido Republicano.

O “rally” – como são chamados os comícios eleitorais nos EUA – será no dia 26 de junho. No evento, Trump deve manifestar seu apoio ao seu ex-conselheiro Max Miller, que está concorrendo ao Congresso Estadual de Ohio. Miller está competindo contra o deputado Anthony Gonzalez, que foi um dos dez republicanos que votaram pelo impeachment de Trump.

“Max Miller é uma pessoa maravilhosa, que fez um ótimo trabalho na Casa Branca, e será um congressista fantástico”, disse Trump ainda em fevereiro deste ano.

“[Miller] é um veterano da Marinha, um filho de Ohio e um verdadeiro patriota e Gonzalez não deveria representar o povo do 16º distrito porque ele não representa seus interesses ou seu coração. Max Miller tem meu endosso completo e total”, garantiu o ex-presidente.

O jornalista Allan dos Santos, durante o Boletim da Noite de quinta-feira (17), analisou a postura de Donald Trump após deixar o cargo.

O que se percebe é que a postura do Trump, independentemente de qualquer decisão burocrática e formal nos EUA, a postura do Trump é a postura de um presidente, quase um presidente exilado. Ele ficou na dele, quieto, observando, e, em poucos meses, Biden conseguiu mostrar quem ele verdadeiramente é”, declarou o jornalista.

Trump ficou observando toda essa queda de tratamento em relação ao próprio Biden, a questão do Texas, dos refugiados, das criancinhas que estão enroladas em um cobertor como se fosse de alumínio, na fronteira. Todas essas coisas vieram à tona e Biden não soube administrar”, acrescentou. 

“Agora, a questão da fronteira está piorando a níveis estratosféricos, não dá nem para mensurar. Está difícil de contar o número de pessoas que estão invadindo os Estados Unidos sem nenhuma permissão, a não ser do Joe Biden. Kamala Harris, ao ser questionada se algum dia já pisou na fronteira, deu uma escorregada, mas o entrevistador insiste e ela fala que nunca foi na fronteira. Enquanto isso, Trump já foi na fronteira e já sabe o que está acontecendo, tanto que, além do comício, ele também visitará a fronteira outra vez”, apontou Allan dos Santos.

Com informações, The Epoch Times

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Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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