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Em seu primeiro discurso no Congresso americano, Biden promete mais Estado



Durante seu primeiro discurso em uma sessão conjunta do Congresso, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, revelou na última quarta-feira (28) sua mais nova proposta legislativa, o Plano de Famílias Americanas, de US$ 1,8 trilhão.

Já tendo anunciado anteriormente o Plano de Resgate Americano, de US$ 1,9 trilhão, e o Plano de Emprego Americano, de US$ 2,3 trilhões, a onda de gastos do governante democrata já chega a US$ 6 trilhões.

Para a implementação das novas medidas, Biden prometeu uma maior interferência do Estado na economia, mais impostos sobre os ricos e um maior controle de armas.

Os republicanos dizem que a maior parte dos US$ 6 trilhões de gastos propostos no início do mandato de Biden visa a satisfazer sua base liberal e equivale ao socialismo.

O senador Ted Cruz apontou os planos de Biden como “uma visão radical para nosso país que transformaria o sonho americano em um pesadelo americano”.

O analista político Carlos Dias, durante o Boletim da Noite desta quinta-feira, reconheceu o discurso do presidente democrata como “perigoso em um país que é de uma economia extremamente livre e aberta”.

E acrescentou: “Sinceramente, o favorecimento desse discurso do Joe Biden é para a China. Isso, na verdade, é quebrar o Estado americano, no sentido de país como um todo.”

“Necessariamente depois ele terá que ampliar a taxa de juros interna, em uma tentativa de atrair recursos para o Tesouro para poder bancar essas operações, porque da iniciativa privada ele não conseguirá extorquir recursos. Porque não adianta absolutamente aumentar impostos, inclusive isso tem até um limite do ponto de vista econômico e matemático de recursos serem arrecadados, e isso faz crescer a massa de recursos no tesouro público”, apontou o analista político. 

Segundo Carlos Dias, o presidente Joe Biden está seguindo por um caminho perigoso, um caminho que ataca a liberdade do povo americano. “A questão das armas é essencial, não é só da cultura americana, é do exercício da sua própria cidadania e da proteção de um país que sempre se preparou e continua preparado para os inimigos externos”.

“O armamento em si não é uma prova de violência, não está vinculado à criminalidade, é um erro pensar dessa forma. A criminalidade é obviamente praticada pelos criminosos. Quem utiliza armas na nossa condição, é uma condição de defesa do seu patrimônio, da sua família e de sua própria vida. Nós chamamos isso de legítima defesa, o porte de arma não causa o que Biden afirma em seu discurso alarmista”, concluiu o analista político. 

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Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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