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Esquerda chama de ‘chacina’ a operação da Polícia Civil contra traficantes no Jacarezinho/RJ



A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (6), realizou a Operação “Exceptis”, contra uma organização criminosa de traficantes que atuam na comunidade do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio. 

A operação foi coordenada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), além do apoio do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), do Departamento-Geral de Polícia da Capital (DGPC) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE).

Após denúncias recebidas pela DPCA há mais de um ano, iniciou-se a investigação contra traficantes que vinham aliciando crianças e adolescentes para integrar a facção que domina o território. 

Atualmente, os criminosos atuam no tráfico de drogas, roubo de cargas, assaltos a pedestres, homicídios e sequestros de trens da SuperVia, dentre outros crimes praticados na região. Além disso, a região conhecida como “Jacarezinho” é considerada um dos quartéis-generais da facção criminosa Comando Vermelho (CV) na Zona Norte do Rio de Janeiro. 

De acordo com a assessoria de imprensa da Polícia Civil do Estado do RJ, os traficantes da região têm estratégias “típicas de guerra”, e são os mesmos grupos que em dezembro de 2020 e abril de 2021, sequestraram trens da SuperVia, “demonstrando que a sua forma de atuação se assemelha àquelas empregadas por grupos terroristas.”

Até o momento, as informações são de que pelo menos 25 pessoas foram mortas, entre elas o policial civil André Leonardo de Mello Frias, baleado na cabeça. Ele era lotado na Delegacia de Combate às Drogas (DCOD). Outros dois agentes foram atingidos durante o confronto e levados para o Hospital Municipal Salgado Filho.

A esquerda, por sua vez, aproveitou o acontecimento para criar a narrativa de “chacina”.

“A esquerda tem o mecanismo mais avançado do mundo em termos de balística e ciência forense, porque horas depois de um confronto entre Polícia Civil e bandidos, a esquerda já tem a absoluta certeza de que quem matou mais foram os policiais, mesmo sem fazer nenhum tipo de análise das balas”, ironizou o jornalista Italo Lorenzon, durante o Boletim da Noite dessa quinta-feira (6).

E completou: “Quem fala isso e acredita realmente no que está falando, está embriagado, como diz o Paulo Figueiredo. Porque é fácil observarmos, no YouTube é possível encontrar, vejam como é a maneira que os traficantes utilizam seus armamentos, muitos deles apontam somente a arma e efetuam o disparo, sem ao menos ter a visão de para onde estão atirando. É óbvio que a maioria das balas perdidas vieram dos traficantes, e não da polícia.”

“Nós lamentamos muito as mortes, em especial do policial e dos inocentes que eventualmente tenham sido atingidos. Dá vontade de dar um fuzil na mão de um esquerdista e mandar ele combater os bandidos. Não vai dar certo, porque provavelmente ele se aliará aos bandidos. O pior disso tudo são os isentos”, concluiu Italo Lorenzon.

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Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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