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‘Não podemos ter uma visão doutrinária sobre fatos políticos’, disse Italo Lorenzon



No Boletim da Manhã desta quarta-feira (09/12) os jornalistas da bancada comentaram sobre as diferenças na organização administrativas do Brasil e dos Estados Unidos, contextualizando as contestações eleitorais americanas pelo estado do Texas e o totalitarismo com que alguns prefeitos e governadores lidam com a intensificação de seus poderes durante a crise pandêmica.

Lorenzon contextualizou os dois cenários políticos com intuito de evidenciar que apesar de ser possível trilhar paralelos entre aspectos políticos diversos, sempre haverá variáveis que impossibilitam a comparação perfeita.

“Não podemos ter uma visão doutrinária sobre os fatos políticos porque cada situação política é única, bem como seus fatores de comparação”, destacou Lorenzon.

“Aqui no Brasil a justiça central é um problema, lá (Estados Unidos) é uma salvação”.

O analista político disse que a descentralização do poder é algo positivo no Brasil, por exemplo, nos casos em que uma pessoa como o Lula é eleita, já que localmente os estados podem se salvaguardar.

Porém, na prática, quando prefeitos e governadores tiveram o mínimo de autonomia eles agiram como ditadores. Esta situação específica poderia ter sido evitada com um Estado mais centralizado, Italo Lorenzon explicou.

Confira no Boletim da Manhã:

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