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GAB registra 1 milhão de novos usuários nas últimas 48h

Reprodução GAB


O CEO do GAB, Andrew Torba, anunciou nesta terça-feira (12) que a rede social registrou um milhão de novas inscrições nas últimas 48 horas e atingiu 80 milhões de visualizações.

“Vamos tornar a mídia tradicional irrelevante”, escreveu Torba ao divulgar os números. “Visitas esta semana: 46 milhões. Visualizações de página esta semana: 80 milhões. Inscrições nas últimas 48 horas: 1 milhão”, divulgou ele.

Muitos internautas estão deixando as chamadas Big Techs e migrando para outras opções de redes sociais depois que conservadores foram censurados e passaram a ser perseguidos.

Essa movimentação ganhou ainda mais força quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi banido das redes sociais sob alegação de “discurso de ódio” e por “ferir as diretrizes” das plataformas.

Um dos aplicativos que estava ganhando adesão era o Parler, mas não demorou muito tempo até ser banido da AppStore e PlayStore por se recusar a censurar usuários. Além disso, a Amazon, que era a provedora do Parler, suspendeu o fornecimento de serviços.

Parler chegou a entrar com processo alegando violação de acordo contratual e argumentando que a ação da Amazon foi “motivada por animosidade política” e para reduzir a competição e beneficiar o Twitter, que também é cliente da empresa.

Como noticiou o Terça Livre, internautas apoiadores de censura de opinião estavam torcendo para que o GAB também fosse suspenso. Na segunda-feira (11), um usuário do Twitter ameaçou o GAB de ser a próxima rede social banida e pediu que a Amazon tomasse providências.

Ele, porém, não contava com uma resposta à altura dada pelo próprio perfil do GAB: “Más notícias, comunistas: Gab não está hospedado na Amazon. O GAB é hospedado pelo GAB”.

Sobre o GAB

No Gab, os usuários são livres para fazer seus próprios termos de uso, de acordo com a descrição disponível no site da rede social.

“Acreditamos que o futuro da publicação online é descentralizado e aberto. Acreditamos que os usuários de redes sociais devem ser capazes de controlar sua experiência na mídia social em seus próprios termos, em vez dos termos estabelecidos pela Big Tech”.

Ainda de acordo com o Gab.com, a empresa “se esforça para ser o lar da liberdade de expressão online”.

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