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Great Reset e o Cancelamento



Ganhando força a partir de 2020, após iniciativa do Fórum Econômico Mundial, o termo “The Great Reset” vem ganhando força entre os globalistas e no Brasil não seria diferente.

“Há uma necessidade urgente de que as partes globais interessadas cooperem na gestão simultânea das consequências diretas da crise COVID-19”, explica o Fórum Econômico em seu site oficial.

“À medida que entramos em uma janela de oportunidade única para moldar a recuperação, esta iniciativa oferecerá insights para ajudar a informar todos aqueles que determinam o estado futuro das relações globais, a direção das economias nacionais, as prioridades das sociedades, a natureza dos modelos de negócios e a gestão de um bem comum global.”

Se referindo a um grande recomeço ou reinicialização, a tese busca uma governança global utilizando-se da Covid-19.

O governo de São Paulo declarou apoio ao planejamento do Fórum Econômico, inaugurando, no ano passado, o Centro para a 4ª Revolução Industrial (C4IR Brasil) no estado, como o apoio de João Doria e de uma ala do governo federal.

A iniciativa de um Great Reset foi criticada pelo ministro das relações exteriores, Ernesto Araújo, que se posicionou contra um controle mundial dos indivíduos, o que traria malefícios a liberdade.

“A pandemia não pode ser pretexto para controle social totalitário violando, inclusive, os princípios das Nações Unidas. As liberdades fundamentais não podem ser vítima da covid. Liberdade não é ideologia. Nada de Great Reset”, declarou Ernesto em 4 de dezembro.

No entanto, a tese de um novo recomeço não parece estar envolvida somente no âmbito econômico, mas também no judiciário.

Conforme o Terça Livre noticiou, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, anunciou o lançamento de um livro que considerava a tese. O livro deveria funcionar não só como uma proposta literária ou teórica, mas sim como “uma proposta para o debate público de mudanças, legislativas e administrativas, que poderiam ter efeitos concretos e imediatos no combate e superação da pandemia”.

Além das tentativas globais nos setores econômicos e de controle populacional, é possível identificar também os controles das redes através das Big Techs como o Twitter, ao censurar o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump e o YouTube, que na noite do último dia 03 baniu os canais do Terça Livre de sua plataforma, as ações evidenciam uma luta contra pessoas e empresas conservadoras no mundo.

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