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Imprensa brasileira espalhou mentira do Washington Post sobre Trump



A imprensa brasileira espalhou a mentira publicada pelo jornal americano Washington Post em 3 de janeiro, de que o ex-presidente Donald Trump teria telefonado ao secretário de Estado da Geórgia e o pressionado para “encontrar a fraude eleitoral”.

O The Post corrigiu em 15 de março a informação falsa que pode até ter influenciado nas eleições ao Senado, segundo informam inúmeros jornalistas dos EUA.

Na ânsia de militar contra Donald Trump, a imprensa brasileira colaborou com a propagação da mentira do The Post sem sequer verificar a veracidade dos fatos e colaborou para a disseminação de uma notícia que pode ter mudado o curso de uma eleição no país mais poderoso do mundo. Até o momento, a informação não foi corrigida nos noticiários brasileiros.

Conhecido por sua tendência anti-Trump, o jornal americano menciona que a matéria incluía citações que não existiam na gravação do áudio obtido pelo noticiário.

“A gravação revelou que o The Post errou na citação dos comentários de Trump sobre a ligação, com base nas informações fornecidas por uma fonte. Trump não disse ao investigador para ‘encontrar a fraude’ ou que ele seria ‘um herói nacional’ se o fizesse”, diz a nota.

Donald Trump se pronunciou também no mesmo dia após a correção, dizendo que apoia até mesmo uma investigação no condado de Fulton, Geórgia. O ex-presidente acredita que isso poderia mudar totalmente o curso da eleição presidencial na Geórgia.

“O Washington Post acaba de emitir uma correção quanto ao conteúdo do telefonema relatado incorretamente que eu tive a respeito de fraude eleitoral no Grande Estado da Geórgia. Eu apreciaria uma forte investigação no condado de Fulton, Geórgia, e na máquina política de Stacey Abrams, que, acredito, mudaria totalmente o curso da eleição presidencial na Geórgia”, disse.

O ex-presidente passou a criticar a mídia. “Você notará que os erros da mídia, omissões, erros e mentiras descaradas sempre aparecem em uma direção – contra mim e contra os republicanos. Enquanto isso, histórias que magoam os democratas ou minam suas narrativas são enterradas, ignoradas ou atrasadas até que possam causar o mínimo de dano, por exemplo, após o término de uma eleição”.

“Basta olhar para a cobertura negativa da vacina que antecedeu a eleição e a celebração da vacina após o término da eleição”, acrescentou. “Uma democracia forte requer uma imprensa justa e honesta. Esta última paródia da mídia ressalta que os meios de comunicação legados devem ser considerados entidades políticas – não empresas jornalísticas. Em qualquer caso, agradeço ao The Washington Post pela correção”.

Veja alguns veículos da extrema-imprensa que espalharam a mentira

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Bruna de Pieri

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