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Ivermectina: Ensaio clínico aponta eficácia do tratamento precoce na redução de mortes por Covid-19



A Associação Médica do Rio Grande do Norte (AMRN), divulgou nesta segunda-feira (09) através de uma coletiva de imprensa sobre as “EVIDÊNCIAS CIENTÍFICAS DO TRATAMENTO PRECOCE DO COVID-19” que ensaios clínicos com mais de 10.509 pacientes mostraram, MAIS UMA VEZ, que a Ivermectina obteve cerca de  78% de eficácia na redução do risco de morte das pessoas infectadas pelo coronavírus.

O tratamento precoce tem sido muito criticado por ‘especialistas’ do tribunal da internet, que, em contrapartida, defendem o uso de vacinas como a Coronavac, que obteve apenas 50,38% de eficácia, conforme o Terça Livre noticiou.

“Os estudos ajudam a clarear e comprovam aquilo o que nós estamos vendo diariamente, mostrando a eficácia da Ivermectina no tratamento da doença, evitando a evolução para estágios mais graves, internamentos e, principalmente, mortes”, afirmou o médico infectologista Fernando Suassuna, durante a coletiva.

“É fundamental que a comunidade médica se una, aprofunde e conheça esses estudos para que mais vidas possam ser salvas.”

Os estudos tiveram a participação de 265 cientistas que trabalham em 38 ensaios clínicos utilizando o fármaco. Os resultados são publicados no site C19 Study.

O C19 Study divulga também estudos com outros medicamentos como a Hidroxicloroquina, vitamina D, Zinco, Regeneron, Bamlanivimab (LY-CoV555), PVP-I, Remdesivir e também do uso de frutas, legumes e verduras como meios de tratamento precoce.

“100% dos 38 estudos até o momento relatam efeitos positivos”, afirmou o site que tem acesso aos dados de estudos em todo mundo.

Uma das médicas do Rio Grande do Norte, a infectologista Roberta Lacerda, afirmou ainda que os estudos sobre a eficácia dos tratamentos precoces vão continuar e que serão ampliados.

“As Universidades de Oxford e Liverpool empreenderão um ensaio clínico randomizado não para saber se a Ivermectina é eficaz. Isso já se sabe”, destacou.

“Esse trabalho servirá para apontar qual a dose e a frequência do uso da droga, mas ela mostrou benefícios comprovado na fase inicial, fase inflamatória e na fase grave com internação e necessidade do uso de ventilação mecânica. De posse desses estudos, será possível empreendermos uma verdadeira modificação nas políticas de saúde do mundo todo”, completou.

O Terça Livre já noticiou que o medicamento apresentou resultados positivos em diversos países, incluindo a África do Sul e o Reino Unido.

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Assista na íntegra a coletiva da AMRN:

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Bruna Lima

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