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Ivermectina reduz mortes por Covid em até 75%, afirmam cientistas britânicos

Ivermectina


Relatório de pesquisadores da Universidade de Liverpool, analisando 18 estudos sobre o uso da ivermectina no tratamento precoce da Covid-19, concluiu na quarta-feira (20) que o vermífugo tem um efeito significativo na redução de mortalidade em pacientes com a doença.

O estudo da equipe de pesquisadores britânicos, liderada pelo Dr. Andrew Hill, aponta que o uso do medicamento pode reduzir em até 75% o número de mortes em casos moderados ou graves de Covid, atuando na redução da inflamação e na eliminação mais rápida do novo coronavírus.

Os pesquisadores descobriram que o medicamento antiparasitário ― que é barato e não patenteado ―, mesmo não sendo tecnicamente um antiviral,  pode ter uma forte atuação para reduzir a carga viral em pacientes diagnosticados com Covid.

O Dr. Andrew Hill, que coordenou o estudo meta-analítico, saudou a conclusão preliminar como um passo fundamental para ampliar as opções de medicamentos contra a doença. Os pesquisadores afirmam ainda que o uso da ivermectina pode proteger contra a infecção pelo coronavírus e evitar o contágio de outras pessoas.

“A vacinação é fundamental para a resposta à epidemia”, disse o Dr. Hill em entrevista ao jornal britânico Financial Times, “mas tratamentos eficazes podem ajudar a reduzir as taxas de infecção e reduzir as taxas de mortalidade”.

O vermífugo ― que faz parte do protocolo de tratamento precoce da Covid recomendado pelo Ministério da Saúde ― teve suas qualidades destacadas pela médica Lucy Kerr, formada pela Thomas Jefferson University. Em entrevista a Claudio Dirani, publicada em 24 de dezembro, a Dra. Lucy afirmou:

“Em primeiro lugar, a ivermectina impede a ligação do vírus com o receptor da enzima conversora da angiotensina 2, bloqueando sua entrada na célula e impedindo que o vírus produza a hipotensão, saída de líquido dos vasos, estimule a produção de ácido hialurônico no pulmão, evitando a asfixia do paciente. Caso o vírus já tenha se replicado, a ivermectina também é capaz de neutralizar 55% das proteínas virais tóxicas, sendo três delas as mais importantes porque atingem profundamente a imunidade”.

Na ocasião, a médica relatou o caso de um paciente que ela curou com o uso da ivermectina:

“No final de março, tratei meu primeiro paciente com Covid-19. Ele era obeso, com 130 quilos e 2 metros de altura, e havia passado os dois últimos dias sentado na janela, aspirando ar fresco. Seu estado clínico era péssimo. Naquele dia, acabara de ler o estudo da Monash University, que mostrava o efeito in vitro da ivermectina. O texto apontava que o medicamento havia destruído 98% dos vírus em 24 horas e 100% em 48 horas. Já sabia que era uma droga extremamente segura, testada há 40 anos em humanos, durante os quais nunca causou um óbito. Diante desses fatos e observando a deterioração rápida do estado geral do paciente, decidi que usaria a medicação para tentar reverter esse quadro. Passadas 48 horas, ele começou a ter uma rápida regressão de todos os sintomas. Fiquei maravilhada e assombrada pela velocidade da recuperação. A sensação que tive foi de alívio e de alegria. Na sequência, passei a utilizar em todos os pacientes que estavam com covid-19. Em todos os casos, consegui um resultado maravilhoso de cura rápida e eficaz”.

A conclusão da Dra. Lucy Kerr aproxima-se da descoberta feita pelos pesquisadores de Liverpool:

“Raramente o médico dispõe de um tratamento tão eficaz e rápido, com resultados quase imediatos para tratar uma doença grave como acontece com a ivermectina”.

Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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