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Lemann ataca educação básica do país, mais uma vez



Os globalistas deram mais um passo de ataque à educação brasileira na última segunda-feira (22).

O grupo Eleva Educação, que tem como sócio majoritário Jorge Paulo Lemann, comprou nos últimos dias 51 escolas que até então eram administradas pelo grupo Cogna, antigo Kroton Educacional.

Segundo o acordo comercial entre os dois grupos a Eleva vai pagar R$ 964 milhões pelos colégios e assim, se tornar um dos maiores grupos de educação básica do mundo, sendo aqui no Brasil o número um.

Além disso, a Vasta Educação, divisão da Cogna voltada para empresas, também vai comprar o sistema de ensino da Eleva, por R$ 580 milhões, se consolidando como a principal fornecedora de sistemas educacionais do país.

“O acordo prevê que parte do pagamento à Cogna será feito em debêntures conversíveis em ações da Eleva. Isso abre caminho para que, em caso de IPO (oferta pública de ações) do grupo que tem Lemann entre os investidores, a Cogna avance junto”, afirmou o jornal O Globo.

Segundo informações, o acordo é o maior em relação ao ramo de educação básica do Brasil e gera um monopólio da educação globalista.

Esse modelo de educação tem como pautas a Ideologia de Gênero e no Brasil, o método de Paulo Freire, que nas últimas décadas desencadeou uma queda significativa no aprendizado do país.

Em seu perfil no Twitter, o ex-ministro da educação, Abraham Weintraub, divulgou a tomada dos globalistas.

“EU AVISEI UMAS 1000 VEZES!”, disse Weintraub ao fazer referência ao seu trabalho no ministério da educação, contra o modelo de educação Paulo Freiriano.

“Acho que vai crescer mais, igual ele fez com a cerveja. Aproveito para parabenizar a Tabata Amaral.”

Tabata (PDT-SP) é um dos políticos brasileiros que tem ligação direta com a fundação Lemann, que tem seu dono em comum com a Eleva Educação, Jorge Paulo Lemann.

Jorge é um dos homens mais ricos do Brasil, e é frequentemente taxado como o George Soros brasileiro.

A Fundação Lemann atua no Brasil desde 2002 e declara ter como objetivo “colaborar com pessoas e instituições em iniciativas de grande impacto” na educação para “formar líderes que resolvam os problemas sociais do país.”

O acordo de compra de 51 escolas no país pode influenciar diretamente nos rumos da educação brasileira, resultando também no monopólio educacional.

“BANQUEIROS+ESQUERDA. Eu avisei TODOS quando descobri o plano: ser o “campeão nacional da educação”. Teremos mais um monopólio?”, indagou Abraham Weintraub, acusando os parlamentares de esquerda por ajudarem Lemann.

“Parabéns” Tabata Amaral, Felipe Rigoni, ONG “Todos pela Educação” e parlamentares de esquerda que têm ajudado o Lemann”, completou.

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