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Lockdown afunda a Argentina mas não detém o vírus chinês

Mariano Gaspar/Shutterstock


O lockdown imposto na Argentina para combater o vírus chinês está mesmo dando um exemplo de eficiência. Os argentinos passaram sete meses trancafiados em casa e mesmo assim, nesta semana, o país dobrou o número de mortos em decorrência da covid-19, ultrapassando o Brasil.

No país vizinho, já são 36.106 vítimas, sendo 796 mortes por 1 milhão. De acordo com as autoridades locais.

O país do presidente socialista Alberto Fernández se tornou o 4º com mais mortes por milhão, está entre os piores do ranking global de contágios e vê sua economia se desfazer, dia após dia.

Conforme noticiado pelo Poder360, o governo decidiu limitar o acesso dos argentinos à moeda norte-americana a us$ 200 mensais e ainda determinou imposto de 35% sobre compras no exterior com cartões de crédito, débito e pagamentos eletrônicos em dólar.

Além disso, empresas com dívidas acima de us$ 1 milhão podem comprar no máximo 40% dos dólares necessários para pagá-las. Ainda de acordo com o site, a pobreza na Argentina também avançou nos últimos meses. Subiu para 40,9% da população no 1º semestre deste ano –sendo que 10,5% estão ao nível de indigência. No final de 2019, eram 35,5% e 8%, respectivamente.

Durante o extenso período do lockdown, o governo de Fernadez foi alvo de diversos protestos.

Os socialistas/comunistas, sempre oferecem uma “solução institucional”. Criam um grupo que, em nome vai fazer o que é certo para a população.

“E obviamente eles fazem isso na economia, na cultura, na religião e acabam destruindo por completo a responsabilidade do indivíduo na própria transformação da sua vida”, comentou o jornalista Allan dos Santos durante o Boletim da Manhã desta sexta-feira (20).

“O que esses grupos identitários fazem é que, ao invés de levarem a conscientização da prática do bem para o indivíduo, eles querem fazer com que uma instituição, um grupo, fique responsável por fazer isso pelas pessoas. Vêm com nome de cuidado, quando, na verdade, são punições e tiranias. E quando isso chega na economia, acontece isso aí que acabamos de ver na Argentina. É o que vai acontecer no Brasil se o Congresso não deixar o Guedes trabalhar”, disse.

Veja mais comentários no Boletim da Manhã:

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