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Lula se reuniu com autoridades da Rússia e China, afirma jornal



Informações divulgadas pelo jornal O Globo, nesta sexta-feira (12), afirmaram que o petista Luiz Inácio Lula da Silva resolveu se tornar um pseudodiplomata da República brasileira, recorrendo a autoridades russas e chinesas, supostamente por vacinas.

Lula teria se reunido há três meses com o diretor do Fundo de Investimento Direto Russo (RDIF), Kirill Dmitriev, para tratar sobre a vacina russa contra a Covid-19, a Sputnik V.

O RDIF é responsável pelo financiamento do imunizante.

De acordo com O Globo, a ideia da conversa teria partido do diretor do Fundo de Investimento, depois que Lula assinou abaixo-assinado em defensa das vacinas “como bem comum da humanidade”, ou seja, antes mesmo da decisão do ministro Edson Fachin, Lula já estava atuando para estreitar relações com agentes internacionais.

A ação, no entanto, não é novidade, já que o ex-presidente é integrante ativo de grupos da esquerda internacional, como o Foro de São Paulo.

Dmitriev declarou que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, havia “incentivado a reunião”, conforme afirmou o deputado federal Alexandre Padilha (PT), que participou da reunião.

Não é a primeira vez que agentes russos oferecem apoio a personalidades da esquerda socialista/comunista da América Latina. Conforme o Terça Livre noticiou, na Venezuela o ditador Nicolás Maduro continua a se manter no poder do país em crise, com auxílio de militares venezuelanos, russos, chineses e cubanos.

Além de buscar uma parceria estreita com a Rússia, Lula também recorreu a autoridades chinesas.

Através de uma carta, os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, que foi impichada, elogiaram a atuação da China para “conter” a propagação do coronavírus no país, além de pedirem desculpas por críticas taxadas por eles como “negacionistas.”

“Consideramos oportuna essa mensagem, como forma de manifestar a nossa certeza de que a antiga e sólida amizade entre os nossos povos não será abalada pelo negacionismo, pela incivilidade e pelas grosserias proferidas pelo presidente Jair Bolsonaro, seus filhos e seu governo. A amizade e a parceria entre a China e o Brasil são inabaláveis, porque os governos passam, mas os laços que unem os povos são permanentes”, escreveram os Lula e Dilma ao presidente ditador chinês, Xi Jinping.

Na carta, os petistas também saíram em defesa do embaixador do Partido Comunista Chinês no Brasil, Yang Wanming.

De acordo com a matéria de divulgação das novas ações de Lula, logo após a carta, alguns líderes dos partidos da esquerda do Brasil se reuniram com Yang Wanming, em uma clara tentativa de passar por cima do poder executivo da República. (Relembre)

A divulgação das informações vem na esteira da decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou algumas das condenações de Luiz Inácio no âmbito da Operação Lava Jato.

 

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Bruna Lima

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