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Máquina pública no Brasil tem fase inédita de enxugamento



 

O governo federal do presidente da República, Jair Bolsonaro, enxugou a máquina pública do país a ponto de atingir resultados positivos inéditos. O enxugamento envolve entidades do governo como ministérios, agências reguladoras e órgãos como INSS, IBGE, Ibama e Incra. A informação foi divulgada pela Folha de São Paulo nesse domingo (18).

Segundo a matéria, no período do governo do presidente Bolsonaro, somente 11,6 mil novos servidores foram contratados. Além disso, a taxa de reposição de funcionários aposentados é a menor da série histórica. Com esse panorama, a máquina pública fica mais leve e, portanto, menos onerosa para o povo brasileiro.

O Painel Estatístico de Pessoal (PEP) apontou que, atualmente, há cerca de 208 mil funcionários públicos. O pico da máquina pública ocorreu em 2007, durante o governo do petista Lula, com 333,1 mil funcionários, que detinham direito a estabilidade e planos de progressão automática na carreira.

O enxugamento da máquina pública começou ainda no governo do ex-presidente Michel Temer, mas se intensificou no governo de Jair Bolsonaro, que restringiu as contratações e congelou os vencimentos dos servidores.

O Banco Mundial chegou a apontar que o Brasil está na média internacional do número de funcionários públicos, porém também apontou que o problema do país são as vantagens que os servidores têm em relação aos demais trabalhadores.

O analista político Carlos Dias, durante o Boletim da Manhã de segunda-feira (19), ressaltou que foram os governos de Lula e Dilma que mais engordaram a máquina pública brasileira. Carlos Dias também destacou não ser contra os servidores públicos, mas é necessário ser economicamente sustentável este meio.

Carlos Dias ressaltou ainda a importância da aprovação pelo Congresso Nacional  da reforma administrativa.

“É ela que vai balizar o conjunto de gastos e estrutura dessa máquina, para que possamos efetivamente fazer uma reforma tributária justa, para que as pessoas possam pagar aquilo que é devidamente a ela direcionada com a sua potência econômica, com a sua condição econômica”, concluiu Dias.

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Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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