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Médicos entregam carta a Bolsonaro em defesa do tratamento precoce da Covid-19 com cloroquina



Um grupo de médicos entregou, na última segunda-feira (24), uma carta ao Presidente Jair Bolsonaro em que defendem o tratamento precoce contra a Covid-19 como forma de melhorar as chances de cura da doença.

Na cerimônia, o presidente Bolsonaro agradeceu aos médicos presentes e ressaltou que muitas vidas podiam ter sido salvas se não fosse a politização da hridroxicloroquina.

“O momento de salvar vida de alguém não tem preço. E os senhores, ao longo de suas vidas, salvaram as vidas de muitas pessoas, e no momento ímpar tiveram que decidir e não ficaram em cima do muro. Porque, pior que uma decisão mal tomada, é uma indecisão. Então, vocês salvaram sim, no meu entendimento, muitas, milhares e milhares de vidas pelo Brasil, e sem hidroxicloroquina. Não tivesse sido politizada, muito mais vidas poderiam ter sido salvas dessas 115 mil, a que o Brasil chegou neste momento”, declarou o Presidente.

Os representantes do grupo discursaram, durante o encontro no Palácio do Planalto, e defenderam que experiências clínicas têm demonstrado sucesso a partir da estratégia de tratar já na apresentação dos primeiros sintomas.

“Entendemos que a Covid-19 é uma doença que, hoje, tem tratamento, e a melhor resposta acontece quando abordada precocemente, como toda e qualquer doença. Nossas estratégias de tratamento são simples de ser aplicadas, são multiplicadas e, com elas, temos prevenido internações e evitado óbitos”, disse o médico Luciano Dias Azevedo.

Segundo o médico, nos pacientes acolhidos desde os primeiros sintomas, a evolução é acompanhada sistematicamente e cada fase da doença é tratada o mais precoce possível. “Aprendemos, com o atendimento precoce, que atacar o vírus já na fase inicial da doença usando remédios simples, como a hidroxicloroquina, a azitromicina, o zinco, junto com outros medicamentos, torna essa doença mais branda e impede que a maioria dos doentes se agrave”, explicou Luciano Dias Azevedo.

“Isso faz com que consigamos tratar a maioria dos pacientes, ainda que piorem, sem a necessidade de internação e no conforto dos seus lares”, disse o médico.

Os profissionais fazem parte de um grupo de 10 mil médicos do Movimento Brasil Vencendo a Covid-19. Desde meados de abril, eles se comunicam por meio de aplicativos para trocar informações sobre o tratamento contra o novo coronavírus a partir da experiência clínica de cada um no atendimento aos pacientes.

Com informações, Portal do Governo

O assunto foi comentado no Boletim da Noite desta quarta-feira (27):

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