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MERCK vs. VITAMEDIC: Desenhando para ver se o Sleeping Giants entende



Sem conseguir interpretar textos, os ativistas pró-censura Leonardo de Carvalho Leal e Mayara Stelle, que alegam serem responsáveis pelo Sleeping Giants no Brasil, compararam matérias sobre diferentes assuntos para tentar acusar o Terça Livre de ser um veículo “desinformativo”.

Um simples raciocínio lógico, a leitura do que o Terça Livre publicou ou o próprio Google esclareceria bastante coisa aos dois.

Como sabemos, o analfabetismo funcional infelizmente ainda acomete muitos brasileiros. Dados do Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf) divulgados em 2018, mostram que 29% da população ainda possui dificuldades para interpretar e aplicar textos. Será que é o caso do casal dorminhoco?

De qualquer forma, vamos desenhar para ver se os ativistas pró-censura entendem.

Para contextualizar, no final da semana passada, circulou em todos os noticiários a informação de que a Merck S.A., produtora de Ivermectina no exterior, negou que o medicamento tenha eficácia no tratamento da covid-19.

Essa declaração foi baseada em um estudo feito por cientistas da própria Merck, informação que o Terça Livre reportou no texto que o casal censor não leu, mas mesmo assim disse ser “desinformativo”.

Enquanto negava a eficácia da Ivermectina no tratamento da covid, a Merck S.A. anunciou que está produzindo um remédio específico para o tratamento da doença, uma pílula chamada MK-4482.

As declarações da Merck soaram estranhas para a empresa VitaMedic, produtora da Ivermectina no Brasil, pois ao mesmo tempo em que tenta descredibilizar o medicamento, ela anuncia estar produzindo uma pílula específica.

A Vitamedic, então, saiu em defesa da eficácia e segurança do medicamento e emitiu NOTA OFICIAL sobre isso. Foi o que também noticiou o Terça Livre. De acordo com a Vitamedic, o crescimento do mercado da Ivermectina naturalmente incomodava por ser um medicamento de baixo custo e risco. Como é natural do jornalismo, o Terça Livre mostrou os dois lados do caso.

Mas a ex-vendedora de maquiagens e o ex-motorista de Uber – que agora acham que têm poderes de um Tribunal de Justiça – disseram que o Terça Livre é um veículo “desinformativo” por ter noticiado a nota da Vitamedic e compararam isso com a notícia do site Poder360 sobre a Merck ter dito que a Ivermectina não tem eficácia. O que também foi noticiado pelo Terça Livre.

O Terça Livre apenas reportou o que disse a Vitamedic sobre o medicamento que ela mesma produz.

Anabella Gradim em seu “Manual do Jornalismo” salienta que informar, segundo o dicionário universal da Língua Portuguesa, é “dar conhecimento, noticiar, avisar, esclarecer; colher informações ou notícias, inteirar-se de”.

Ainda de acordo com Gradim, “a única coisa que o jornal faz, de forma rigorosa e fundamentada, é divulgar fatos atuais de interesse geral – ou seja, as notícias.

“Se, eventualmente, tais fatos desacreditam ou abonam a favor de pessoas ou instituições, é algo que cumpre aos leitores concluirem a partir da leitura dos tais fatos que o jornal noticia”, escreve Gradim.

Foi o que aconteceu com os pombinhos da censura. Concluíram que, de alguma forma, o Terça Livre estaria desinformando ao informar um fato do qual discordam.

O Terça Livre, pelo contrário, apenas fez o trabalho jornalístico de reportar um acontecimento aos leitores, ou seja, a divulgação da nota da Vitamedic, que pode ser lida logo abaixo. Os twitteiros Leonardo de Carvalho Leal e Mayara Stelle sabem o que é jornalismo?

Íntegra da nota

A VITAMEDIC Indústria Farmacêutica, empresa que no Brasil produz a Ivermectina, esclarece:

1º – Desde a eclosão da pandemia da COVID-19, em março de 2020 no Brasil, a Ivermectina passou a ser uma das alternativas para tratamento precoce da doença, especialmente quando estudos clínicos in vitro realizados pela University Monash, de Melbourne, Austrália, apontaram a ação antiviral do medicamento.

2º – Por ser um medicamento de largo uso pela população para tratamento de pediculose, verminose e filariose, e de baixo impacto em termos de efeitos colaterais, grande parte da comunidade médica aderiu aos protocolos de tratamento baseados em Ivermectina, Azitromicina, além de complexos vitamínicos, corticoides etc.

3º – A comprovada segurança oferecida ao uso da IVERMECTINA e mais dezenas de outros estudos desenvolvidos ao redor do mundo, especialmente nos Estados Unidos, Inglaterra, Egito, Argentina, Eslováquia, Peru, México, entre outros, deram ainda mais segurança e argumentos à comunidade médica, instituições de saúde pública e privada para incluir a IVERMECTINA nos protocolos de combate à doença.

4º – O crescimento do mercado da IVERMECTINA, um produto de baixo custo e terapeuticamente de baixo risco, naturalmente, incomoda e pode ser o motivador de campanhas contra na mídia, especialmente provocadas por empresas que têm interesse em lançar produtos patenteados de alto custo para a mesma doença.

Jailton Batista
Diretor Superintendente
VITAMEDIC INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA

Sobre o Colunista

Bruna de Pieri

Bruna de Pieri

Esposa, jornalista, tupãense e católica. 23 anos.

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