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Moro faz alerta: Coronavírus não pode ser usado como subterfúgio para soltar qualquer criminoso



O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, alertou que o Brasil não pode enfrentar junto com a epidemia do coronavírus uma crise na segurança pública.

Ele pediu que os magistrados examinem os casos individuais e limitem as solturas de presos a necessidades demonstradas.

Nesta segunda-feira (30) o Terça Livre noticiou que o Primeiro Comando da Capital (PCC) acionou a “sintonia dos gravatas”, braço jurídico da facção criminosa, para pedir prisão domiciliar aos membros portadores de HIV, diabetes, tuberculose, câncer, problemas cardíacos e doenças respiratórias.

Em São Paulo, a Justiça soltou ao menos 1.227 presos em todo o estado até o último sábado (28), tendo como justificativa a “prevenção” ao vírus chinês no sistema prisional.

Para Sergio Moro, o coronavírus não pode ser usado como subterfúgio para soltar qualquer criminoso.

“Criminosos perigosos ou responsáveis por crimes graves, de qualquer natureza, devem ser mantidos presos. Aliás,não há nenhum caso confirmado de preso com coronavírus no Brasil”, disse o ministro nas redes sociais. “O coronavírus não justifica soltar os presos indiscriminadamente”, reforçou.

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