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My Pillow lançará uma nova rede social, contra censura de Big Techs



O fundador e CEO da empresa My Pillow, Mike Lindell, afirmou na semana passada que lançará uma nova plataforma de rede social para combater a censura.

A informação foi dada por Lindell durante uma entrevista ao podcast de Charlie Kirk.

“Você vai ter uma plataforma para falar”, afirmou o empresário.

Conforme o Terça Livre noticiou, Mike Lindell e sua empresa, a My Pillow, foram banidos do Twitter após serem alvos de uma campanha de cancelamento do grupo de ativistas pró-censura Sleeping Giants, nos Estados Unidos.

Assim como no Brasil, os ativistas da esquerda perseguiram o empresário por seu posicionamento conservador e porque Lindell manifestou diversas vezes apoio ao ex-presidente dos EUA, Donald Trump.

“Você não vai precisar do YouTube. Você não precisará dessas plataformas (…) Será onde tudo pode ser contado, pois temos que ter nossas vozes de volta. As pessoas serão capazes de falar e não pisar em ovos”, declarou.

O empresário ainda afirmou que sua rede social poderá ser lançada no prazo de quatro a cinco semanas, mas se limitou a dar mais detalhes sobre o projeto.

Durante a entrevista, Lindell ainda revelou que a Google também o cancelou em alguns de seus serviços e ainda tirou “dezenas de milhares de dólares” em receita de publicidade de seus negócios antes de o cancelar.

Além de receber ataques das grandes empresas de tecnologia, o fundador da My Pillow também foi processado pela Dominion Voting Systems, por susposta difamação.

Durante as discussões sobre a eleição presidencial norte-americana em 2020, Lindell acusou a empresa de ter ajudado no processo de fraudes eleitorais. A Dominion, no entanto, alegou que o empresário usou as acusações para impulsionar sua marca e vender produtos.

Assim como Mike, outros conservadores também foram cancelados das redes sociais, como Michael Flynn, Sidney Powell e Lin Wood, que foram suspensos do Twitter.

Já na semana passada, a conta do ex-prefeito de Nova Iorque, Rudy Giuliani, no YouTube, foi proibida de enviar novos conteúdos por 2 semanas.

The Epoch Times.

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Sobre o Colunista

Bruna Lima

2 Comentários

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  • Acho que estão desperdiçando tempo, esforço, dinheiro e, principalmente, atenção.
    Já temos GAB, Parler, Telegram, Signal e algumas outras em acensão. Devemos usar estas plataforrmas mais intensamente, divulgá-las e patrociná-las.

  • Por mais legal que seja a iniciativa, porque não pega e investe no Gab que já está aí? Pelo menos não teria que começar do zero, mesma coisa para o Trump. Se eles fossem para o Gab seria um golpe gigante contra as Big Techs.

    O êxodo em massa seria gigante.

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