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Novo ditador de Cuba: mais do mesmo com quase 100% dos votos dos deputados



A grande mídia tenta vender novidades em Cuba com a aprovação do nome de Miguel Díaz-Canel para o comando da ditadura inaugurada pelos Castros (os irmãos Fidel e Raul). No entanto, é praticamente mais do mesmo. Díaz-Canel foi aclamado para comandar os destinos da ilha por 99,83% dos votos dos deputados.

É parte de uma narrativa fraudulenta para simular a existência de uma democracia cubana.

Desde que Fidel Castro iniciou o processo revolucionário que Cuba é uma ditadura comunista. As primeiras declarações de Díaz-Canel já mostra a que ele veio: “é dar continuidade à Revolução Cubana em um momento histórico e crucial”. Ele promete apenas pequenas mudanças do ponto de vista econômico e social do país, mas ainda é vago o que quer dizer com isso.

Em todo caso, foi firme ao ressaltar que a revolução continua e continuará. “O mundo recebeu a mensagem errada de que a revolução termina com seus guerrilheiros”, cravou Díaz-Canel. A trajetória do novo homem dos Castros se deu dentro do Partido Comunista de Cuba sob a tutela de Raúl Castro.

Ele era o secretário-geral do Partido Comunista de Cuba e foi líder das Forças Armadas. Em todo caso, Díaz-Canel lida com apelos populares de desestatização e descentralização política, mas dificilmente responderá a estes.

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