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Sleeping Giants endossa a censura e comemora banimento do Terça Livre



Os ‘administradores’ do grupo de ativismo pró-censura Sleeping Giants Brasil (SGB), Mayara Stelle e Leonardo de Carvalho Leal, comemoraram mais uma vez o banimento do Terça Livre TV no YouTube, nesta segunda-feira (15).

“Como Terça Livre, YouTube encerrou 7,8 milhões de canais em 2020”, disseram.

“O banimento do TL é um bom começo, mas ainda tem grandes canais odiosos no YouTube Brasil”, completaram.

Para os dois, a censura aos conservadores é necessária para calar o que eles definem como ‘discurso de ódio’.

Além disso, junto à publicação, o casal de ativistas ainda se utilizam de uma ‘técnica’ de perseguição a empresa Eduzz, para que a mesma cancele sua prestação de serviço ao TL TV.

“A Eduzz é a única empresa que ainda é ligada ao TL mesmo após violações aos seu termos de uso. Nos ajude a alertar a empresa (perfil da empresa no Instagram http://instagram.com/eduzzoficial)”.

Apesar de estudarem direito, Mayara e Leonardo acham que sua perseguição mascarada de “cobrança do bem”, é legal.

O Terça Livre já recebeu algumas denúncias de que o grupo ameaça as empresas prestadoras de serviço com uma notificação, para que os responsáveis sintam que estão apoiando um propagador de ódio, conforme afirmou o jornalista e um dos fundadores do TL TV, Italo Lorenzon, no Radar da Mídia desta segunda-feira.

A Eduzz até o momento não respondeu ao SGB, mas continua a receber suas ameaças veladas através de tuítes.

“Eu acho importante também falar que o trabalho do Sleeping Giants não afeta a liberdade de expressão, não estamos impedindo ninguém de falar”, disse Mayara Stelle em uma entrevista ao canal Meteoro no dia 15 de dezembro de 2020.

Talvez o intuito do trabalho de Stelle e Leal tenha mudado nos últimos meses. Talvez eles tenham resolvido, somente agora, trabalhar pela censura de quem não pensa como eles gostam. TALVEZ.

“Nós estamos, na verdade, perguntando as empresas vinculadas a essas pessoas e a esses sites, se elas estão cientes que estão monetizando aquele conteúdo. A decisão é somente da empresa também”, continuou Stelle na mesma entrevista, sem dizer que quando a empresa se recusa a os obedecer, eles não respeitam as decisões das empresas.

“A gente não está cerceando nenhuma liberdade, nosso trabalho é totalmente o contrário, a gente está representando 590 mil pessoas que tem a liberdade de expressão independentes que acreditam que aquele conteúdo, em geral, não deve ser monetizado”, declarou Leonardo Leal, também no canal Meteoro.

Nos últimos dias eles têm comemorado o banimento do Terça Livre que possuía cerca de 1 milhão e 300 inscritos em seus canais que foram banidos do YouTube.

590 mil que pensam como eles, aparentemente valem mais que 1 milhão de vozes conservadoras.

LEIA TAMBÉM: TJ-SP obriga YouTube a devolver canais do Terça Livre TV.

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Sobre o Colunista

Bruna Lima

Bruna Lima

2 Comentários

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  • . . . e a gente, do lado de cá, pensamos sobre o banimento dos lacradores, invejosos, presunção, frustrados…
    AH! o Tempo! Mestre perfeito!
    Só ele tem este traquejo: desmascarar as aparências, revelar as mentiras, exibir o caráter, revelar os desnecessários.
    Idiotas!
    Um fato: na boca de quem não presta, quem é bom não vale nada!
    IDIOTAS!

  • Qual o conceito de “propagação do ódio” para os laranjinhas do Sleeping Giants Brasil ? Quem nomeou eles para promover a censura nas redes públicas ? Ou, aliás, quem esta pagando?

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