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Marcelo Camargo/Agência Brasil

Partidos de esquerda debatem uso de recursos das fundações partidárias para defender o impeachment; PT trata mudança na Lei de Impedimento com cautela



 

Partidos de esquerda poderão usar verba pública oriunda do Fundo Partidário para financiar a divulgação de campanhas pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro. As peças convocarão os brasileiros para irem às manifestações agendadas para 2 de outubro e 15 de novembro.

A ideia seria financiar a campanha com dinheiro das fundações partidárias, instituições que são financiadas majoritariamente com recursos do Fundo Partidário, ou seja, verba pública usada para manter as legendas. No ano passado, as fundações receberam R$ 188 milhões em financiamento público, informou a Revista Oeste.

Um grupo de lideranças de esquerda se reuniu na Câmara dos Deputados na manhã da última quarta-feira (15) a fim de discutir o tema. Membros e lideranças do Cidadania, PCdoB, PDT, PSB, PSOL, PT, PV, Rede, Solidariedade  e PSB compareceram.

Contudo, de acordo com coluna do Estadão,  o Partido dos Trabalhadores vê com cautela a mudança na Lei do Impeachment proposta pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL) a partir do relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia.

Ainda com o impeachment de Dilma Rousseff fresco na memória, a agremiação entende que a mudança pode ser usada contra Lula, caso ele concorra e saia vencedor em um pleito futuro.

No relatório, Renan Calheiros proporá que a Câmara dos Deputados tenha um prazo limite para avaliar pedidos de impeachment. Pela proposta, se isto não acontecer no prazo estipulado, os senadores tomariam a frente para decidir iniciar o processo.

No Boletim da Manhã desta quinta-feira (16), o apresentador do programa, Max Cardoso, lembrou que a política real do Brasil, desligada da população, é aquela que acontece nos bastidores, nunca na naturalidade da frente das câmeras.

“É puro teatro o que a gente vê, escuta… a política real não acontece na frente das câmeras. Política real do Brasil é aquilo em que o André Marinho estava, ali acontece, no jantarzinho”, destacou o apresentador.

Assista aos comentários da notícia:

 

 

Sobre o Colunista

Italo Toni Bianchi

Ítalo Toni Bianchi, membro do Movimento Conservador, bacharel em teologia pelo Seminário Teológico Batista Nacional Enéas Tognini. Músico percussionista, leitor, preletor e jornalista do portal Terça Livre.

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