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Pelosi anuncia comissão independente para investigar invasão ao Capitólio



A presidente da Câmara, Nancy Pelosi afirmou nesta segunda-feira (15) que o Congresso dos Estados Unidos estabelecerá uma comissão independente, no estilo de 11 de setembro de 2001, para investigar a invasão ao Capitólio no 6 de janeiro.

“Está claro a partir de suas conclusões e do julgamento de impeachment que devemos descobrir a verdade de como isso aconteceu”, disse Nancy em um comunicado.

“Para proteger nossa segurança, nosso próximo passo será estabelecer uma Comissão externa independente do tipo 11 de setembro para ‘investigar e relatar os fatos e as causas’” do motim.

Em uma carta a seus colegas democratas, Pelosi disse que a Câmara também fará gastos suplementares para aumentar a segurança no Capitólio.

Pelosi pediu ao tenente-general aposentado do Exército, Russel Honoré, para que lidere uma revisão dos processos de segurança do prédio.

“Enquanto nos preparamos para a Comissão, também fica claro a partir do relatório provisório do General Honoré que devemos propor uma dotação suplementar para garantir a segurança dos Membros e a segurança do Capitólio.”

A declaração foi feita logo depois que o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, foi absolvido de um processo de impeachment no Senado norte-americano, depois que a Câmara o acusou de incitar a violência e a invasão no dia 6 de janeiro.

Os defensores do impeachment da Câmara, liderados pelo deputado democrata Jamie Raskin, argumentaram que Trump era o único responsável pela violação.

No final das contas, sete republicanos se juntaram aos democratas no Senado para condenar o ex-presidente, atraindo intensas críticas de seus respectivos partidos republicanos estaduais.

“Há ainda mais evidências de que o povo americano precisa e merece ouvir, e uma comissão do 11 de setembro é uma forma de garantir que o Capitólio seja protegido no futuro”, disse o senador democrata Chris Coons, no último domingo (14), segundo o jornal Associated Press.

Os republicanos que se juntaram a Cassidy na votação para condenar foram Richard Burr, da Carolina do Norte; Susan Collins, do Maine; Lisa Murkowski, do Alasca; Mitt Romney, do Utah; Ben Sasse, do Nebraska e Pat Toomey, da Pensilvânia.

Em resposta à sua absolvição, Donald Trump declarou: “Nossa querida República Constitucional foi fundada no Estado de Direito imparcial, a salvaguarda indispensável para nossas liberdades, nossos direitos e nossas liberdades.”

“É um comentário triste sobre os nossos tempos que um partido político na América tenha um passe livre para denegrir o estado de direito, difamar a aplicação da lei, encorajar turbas, desculpar desordeiros e transformar a justiça em uma ferramenta de vingança política e perseguir, colocar na lista negra, cancelar e suprimir todas as pessoas e pontos de vista de quem ou dos quais discordem”, continuou.

“Eu sempre fui e sempre serei um campeão do império inabalável da lei, dos heróis da aplicação da lei e do direito dos americanos de debater pacífica e honradamente as questões do dia, sem malícia e sem ódio”, completou.

Associated Press – The Epoch Times.

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