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PGR pede ao STJ abertura de inquérito para apurar possível crime de Rogério Favreto

Brasília - A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, concede entrevista após reunião com os ministros Raul Jungmann, Torquato Jardim e Sérgio Etchegoyen sobre a segurança no Rio (Wilson Dias/Agência Brasil).


Se o desembargador do Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4), Rogério Favreto, queria holofotes ao ordenar a soltura do ex-presidente Lula, no último domingo (8), conseguiu. O ex-petista ganhou a admiração de meia dúzia de militantes do partido, mas acumulou dores de cabeça na justiça. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, enviou nesta quarta-feira (11) ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) um pedido de abertura de inquérito judicial para investigar o Favreto pelo crime de prevaricação.

Dodge também enviou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) uma reclamação disciplinar pedindo a condenação do desembargador por infração disciplinar.

A procuradora-geral afirmou que a conduta de Favreto revela “episódio atípico e inesperado que produziu efeitos nocivos sobre a credibilidade da justiça e sobre a higidez do princípio da impessoalidade”.

Os quinze minutos de fama do desembargador podem lhe render quinze anos de dor de cabeça.

Sobre o Colunista

Fernanda Salles

Fernanda Salles

Jornalista/Repórter

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