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Randolfe se reúne com Pfizer e quer que governo assuma responsabilidade por efeitos colaterais de vacinas



A Pfizer informou nesta segunda-feira (22) em videoconferência com senadores, que não aceita os termos impostos pelo governo brasileiro para realizar a venda da vacina.

O governo federal não está confortável em ter que assumir a responsabilidade por possíveis efeitos colaterais que a vacina possa causar se a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) conceder a permissão de uso no país, tanto por registro definitivo, quanto para uso emergencial.

Em seu texto original, a medida provisória (MP 1.026/2021), que flexibiliza regras para aquisição de vacinas contra o vírus chinês, não prevê a responsabilização governamental por eventuais efeitos adversos da vacinação.

Por isso, o senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP), apresentou uma emenda que faz com que a União assuma essa responsabilidade.

Ao lado do presidente do Senado Rodrigo Pacheco, Randolfe participou ontem (22/2) pela manhã de uma videoconferência com os dirigentes das farmacêuticas Pfizer e Janssen para o Brasil, tratando especificamente desta pauta.

Em entrevista coletiva concedida após a videoconferência na saída da residência oficial da Presidência do Senado, Randolfe informou que Pacheco se reuniria, ainda na tarde de ontem, com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. O objetivo era chegar a um texto de consenso quanto à responsabilização do governo.

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