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Recontagem de votos pode abalar EUA



 

O pleito eleitoral que empossou Joe Biden como presidente dos Estados Unidos está sendo contestado em pelo menos quatro estados americanos: Geórgia, Califórnia, Pensilvânia e Arizona. Neste último estado, equipes da auditoria forense apontaram nessa quinta-feira (15) várias discrepâncias na contagem dos votos.

Os fortes indícios de fraudes nas eleições americanas continuam não sendo comentados pela velha imprensa nem ganharam muita repercussão no Brasil.

Há três meses, o Terça Livre foi um dos primeiros e únicos veículos de imprensa a divulgar que o condado de Maricopa, no Arizona, faria uma recontagem manual de votos da eleição de 2020. Nesta semana, os resultados das auditorias começaram a ser divulgados.

Na quarta-feira (14), a presidente do Senado do Arizona, Karen Fann, disse que o número de cédulas apuradas durante a auditoria não corresponde ao total oficial divulgado pelo Condado de Maricopa. 

De acordo com Doug Logan, CEO da empresa Cyber Ninja, que é responsável pela auditoria, mais de 74 mil votos foram recebidos por correio a mais do que o número efetivamente requisitado por eleitores. Os auditores também descobriram que cerca de 18 mil pessoas votaram, mas foram removidas das listas eleitorais. 

Já Ben Cotton, CEO de uma outra empresa contratada para a auditoria, disse que a análise do sistema de gerenciamento de eleições e da rede revelou graves problemas de segurança cibernética, como o fato dos programas de antivírus não estarem atualizados.

Durante uma audiência realizada nessa quinta-feira (15), o presidente do Comitê Judiciário do Senado do Arizona sugeriu que uma nova eleição seja feita imediatamente no estado onde Joe Biden venceu o ex-presidente Donald Trump por cerca de 10.500. A senadora Wendy Rogers, que também está acompanhando a auditoria, também sugeriu novas eleições. 

No estado Geórgia, por exemplo, a auditoria no condado de Fulton foi composta por erros ao analisar as imagens das cédulas obtidas por meio de uma ordem judicial. A análise revelou que pelo menos 36 lotes de cédulas de correio, contendo mais de 40 mil votos, foram contados mais de uma vez. 

O analista político Italo Lorenzon, durante o Boletim da Manhã de sexta-feira (16), criticou a falta de transparência nas eleições presidenciais americanas de 2020. Lorenzon destacou ainda que algo semelhante pode acontecer no Brasil, porém muito pior, por não ser possível recontar os votos com as atuais urnas eletrônicas.

No sistema que temos você não sabe se o seu voto foi registrado de maneira correta ou não, e essa informação se perde. A única forma de você fazer a contraprova disso é consultando as pessoas depois, […] mas é óbvio que você não vai fazer esse tipo de conferência em consulta pessoal, então, como se pode fazer? Cada um colocando o papelzinho na urna, para que aí possamos comparar uma coisa com a outra. É simples”, apontou o analista político.

Com informações, The Epoc Times e ABC Tudo

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Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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