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Relatório divulga fraude eleitoral ‘mais que suficiente’ para garantir vitória de Trump



Na última quinta-feira (17/12), o diretor do Escritório para Políticas do Comércio e Indústria da Casa Branca Peter Navarro publicou um extenso relatório descrevendo vários exemplos de irregularidades de votação que são “mais do que suficientes” para garantir o resultado da eleição a favor do presidente Trump.

relatório de 36 páginas “avalia a imparcialidade e a integridade da Eleição Presidencial de 2020, examinando seis dimensões de supostas irregularidades eleitorais em seis estados-chave da disputa” .

Conclui ainda que “os padrões de irregularidade eleitoral são tão consistentes nos seis estados que sugerem uma estratégia coordenada para, senão roubar a eleição, interferir estrategicamente no processo eleitoral de forma a pender injustamente o jogo em favor da chapa Biden-Harris”.

As seis dimensões das irregularidades eleitorais no relatório incluem: fraude eleitoral pura e simples, manipulação irregular de cédulas, falhas processuais questionáveis, violações da igualdade perante a lei, irregularidades nas urnas eletrônicas e uma significativa quantidade de anomalias estatísticas.

Todas as seis  dimensões  de irregularidade de votação estavam presentes em pelo menos dois estados-chave, de acordo com o relatório, e em um total de seis estados, onde a disputa era mais acirrada, ocorreram vários exemplos das outras dimensões.

“As evidências usadas para realizar este estudo levam em conta mais de 50 ações judiciais e decisões judiciais, milhares de depoimentos e declarações juramentadas, depoimentos em várias localidades dos estados, análises publicadas por think tanks e centros jurídicos, vídeos e fotos, estudos publicados e uma extensa cobertura da imprensa”, afirma o relatório.

Além disso, o relatório cita depoimentos alegando a exploração de pessoas idosas e doentes para “sequestrarem de fato suas identidades e votos”. Acusa também os democratas de usar a pandemia do coronavírus para flexibilizar os mecanismos de identificação do eleitor a ponto de a coleta de votos e a fraude passarem despercebidos.

“As cédulas em questão devido às irregularidades eleitorais identificadas são mais do que suficientes para balançar o resultado a favor do presidente Trump, mesmo que uma porção relativamente pequena dessas cédulas seja considerada ilegal”, conclui o relatório.

Sobre o Colunista

Brehnno Galgane

Graduando em Filosofia pela PUC-Rio, Católico e cultivador de uma narrativa que tenha sentido segundo a forma humana.

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